Olá amigos,
Incomodado já há algum tempo com diversas situações absurdas que nos cercam a respeito de diversos temas, como agreções ao meio ambiente, pobreza, descasos dos governantes e políticos com o povo, caos na saúde, na educação, além da tentativa de acabarem com as famílias e diversas outras insanidades, resolvi montar esse Blog como mais um meio para denunciarmos essas situações.
Muitas vezes nos sentimos impotentes e ficamos sem saber o que fazer em favor da preservação da natureza, em prol dos nossos irmãos e irmãs que sofrem nas filas dos hospitais, em favor de um ensino de qualidade para nossos filhos, pela preservação da família e da ética e moral na sociedade.
Assim, resolvi usar um meio que está disponível, a internet, e que é de grande alcance geográfico, político e humano.
Dessa forma coloco a disposição de todos os amigos e amigas que comungam dessa minha preocupação, para que também usem esse espaço para denunciarem suas insatisfações.
Que Deus nos abençoe nessa tentativa e que ela seja de alguma forma eficaz na melhoria da defesa da vida, envolvendo todos os seus aspectos, em nosso país e no mundo todo.
Um grande abraço,
José Vicente Ucha Campos
Contato: jvucampos@gmail.com
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quarta-feira, 12 de junho de 2019

MARCHA NACIONAL PELA VIDA REÚNE MILHARES CONTRA O ABORTO EM BRASÍLIA


Na tarde desta terça-feira, 11 de junho de 2019, a 12ª Marcha pela Vida levou milhares de pessoas para frente do Congresso Nacional, na defesa do lema “Brasil pelas duas Vidas”.


Nesta edição da Marcha, promovida pelo Movimento Brasil sem Aborto, participaram cerca de 3 mil pessoas. Os manifestantes se reuniram no gramado em frente á Biblioteca Nacional e seguiram em marcha até o Congresso Nacional, em um percurso de aproximadamente 1,5 quilômetros, com faixas e cartazes defendendo o direito à vida.

Segundo a organização, a Marcha pediu a aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) e da PEC da Vida (PEC 29/2015), além de reforçar que a grande maioria dos brasileiros, 78%, é contra o aborto.
A manifestação também questionou as tentativas d descriminalização do aborto no Brasil por meio do Judiciário.
De modo concreto, citam a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5581, ajuizada pela Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), que pede a legalização do aborto para gestantes infectadas pelo zika vírus; e a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.
Ao site de Brasil sem Aborto, o organizador da 12ª Marcha Nacional e secretário-geral do Movimento, Allan Araújo, assinalou que “o Judiciário não é o poder competente para alterar a legislação”. “Cabe ao Legislativo avaliar possíveis mudanças nas leis que tratam sobre o aborto”, completou.
Fonte: Acidigital

sábado, 8 de junho de 2019

MILHARES MARCHAM EXIGINDO QUE PARTIDO DO PRESIDENTE DO MÉXICO DEIXE DE PROMOVER O ABORTO



No sábado, 7 de junho de 2019, mais de 25 mil pessoas marcharam para pedir ao presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, que seu partido Morena deixe de promover o aborto.

Rodrigo Iván Cortés, presidente do Frente Nacional pela Família, uma das associações que organizaram a marcha na cidade de Pachuca, enviou uma mensagem ao presidente.

"Senhor López Obrador: aqui em Hidalgo temos mais de 25 mil pessoas com uma mensagem de vida ou morte. Aqui as pessoas do seu partido querem aprovar a barbaridade de ameaçar a vida dos mais inocentes em sua etapa mais vulnerável”, disse Cortés.

"Pense nisso, se você quer ir para a história como um presidente que promoveu a morte ou a vida", insistiu.

"Sr. Presidente, aqui de Hidalgo, com milhares de vozes, também estamos lhe pedindo que defenda a vida dos hidalguenses e de todos os mexicanos. Aqui também somos povo, aqui também fazemos um chamado para que você dirija, lidere as pessoas de seu partido para que os estados não cometam barbaridades, que não fomentem mais a cultura de morte”, ressaltou Cortés.

"Senhor Presidente López Obrador, o povo de Hidalgo lhe pede que defenda o inocente aqui e em toda a República”, concluiu.

A marcha de sábado foi uma manifestação em rechaço a uma iniciativa que quer legalizar o aborto no estado de Hidalgo, modificando o Código Penal.

Segundo informa o jornal Milenio, alguns dos slogans daqueles que marcharam foram: "Hidalgo sim à vida!", "Deputado corajoso, defende o inocente!”, “Deputado escuta, pelo aborto é a luta!”.

"Estamos manifestando o direito à vida, que seja respeitada porque é um direito fundamental, porque, de que nos serviria falar de muitos direitos, se não temos o primordial que é o direito à vida, e esta tem que ser respeitada desde a concepção até o término natural”, indicou Víctor Alcívar, um dos organizadores e participantes da marcha.

Além da Frente Nacional para a Família, organizaram o evento: Hidalgo sim à vida, Abraçados pela Vida, União Nacional de Pais de Família, Protegendo a Vida, Shalom, Vida e Formação A. C., entre outros.

Fonte: Acidigital

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

ABORTO É A MAIOR CAUSA DE MORTES NO MUNDO TODO EM 2018



41,9 milhões de crianças foram mortas antes de nascer: mais que a soma de todas as mortes por câncer, aids, malária, álcool, cigarro e acidentes de trânsito

aborto foi a causa número 1 de mortes no mundo em 2018

Até 31 de dezembro, 41,9 milhões de crianças foram mortas antes de nascerem. Como comparação, 8,2 milhões de pessoas morreram de câncer em 2018, ou seja, cinco vezes menos que o total de bebês que foram abortados no mesmo período. Ao longo desses mesmos doze meses, 5 milhões de pessoas morreram em decorrência do vício em cigarro e 1,7 milhão em consequência da aids

Esses dados assombrosos vêm do Worldometers, apontado como um dos melhores sites de referência gratuita pela American Library Association (ALA): o portal mantém registro dos principais dados estatísticos mundiais, entre os quais, por exemplo, o total da população do planeta, os nascimentos, os óbitos, os automóveis produzidos, os livros publicados e as emissões de poluentes. No tocante aos abortos, as estatísticas empregadas se baseiam nas informações publicadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma das entidades que mais militaram em favor do aborto ao longo da história. 

De acordo com os dados disponibilizados pelo Worldometers, houve em 2018 mais mortes causadas pelo aborto do que a soma de todas as mortes decorrentes de câncer, malária, aids, tabagismo, alcoolismo e acidentes de trânsito. Para cada 33 bebês nascidos vivos, 10 foram abortados. 

Apesar dos fatos, são frequentemente usadas falácias que manipulam estatísticas para “embasar” a militância abortista em âmbitos legislativos. No ano passado, por exemplo, a Irlanda derrubou a sua Oitava Emenda constitucional, que protegia o direito à vida das crianças por nascer, e liberalizou o aborto com justificativas como a de que a legalização do assassinato de bebês em gestação levaria à redução do próprio número de abortos. A realidade, no entanto, desmente a farsa a poucas milhas de distância da ilha outrora católica: no vizinho Reino Unido, o número de abortos atingiu em 2017, último ano com estatísticas consolidadas, o seu ápice em 10 anos. Que “redução” será essa?

A imagem que ilustra esta matéria vem de um protesto contra o aborto no qual foram usados bonecos para representar as crianças exterminadas em pleno útero.

Com informações do LifeNews.com.
Fonte: Aleteia


quarta-feira, 24 de outubro de 2018

MÉDICOS BRASILEIROS PUBLICAM VÍDEO IMPACTANTE CONTRA O ABORTO

“Aborto é retrocesso, é ilusão”, diz a campanha liderada pelos profissionais

No dia em que se formam, os médicos fazem o tradicional Juramento de Hipócrates, que teria sido escrito no século V a.C.. Solenemente, os então estudantes prometem praticar a Medicina de forma honesta e ética e se comprometem a respeitar a vida e, entre outras respeitosas coisas, a não dar “a nenhuma mulher uma substância abortiva.” 

E foi com uma referência ao juramento que médicos brasileiros produziram um vídeo contra o aborto. O grupo de profissionais se autodenomina Médicos pela Vida, “um movimento civil, apartidário, composto por médicos e profissionais de saúde, comprometidos com a promoção e a defesa da vida humana”. 

No vídeo, que está circulando em redes sociais e grupos pró-vida, profissionais, de forma corajosa e honesta, se apresentam, com todo o conhecimento científico e humano que têm, para honrar o juramento que um dia fizeram e alertar para os riscos do aborto.  

Uma atitude louvável, que vale a pena ser compartilhada! Assista:  


Fonte: Aleteia

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

GIGANTE VAREJISTA AMERICANA NÃO VAI MAIS FAZER DOAÇÃO PARA A MAIOR REDE ABORTISTA DO MUNDO



Macy's une-se à AT&T, Coca-Cola, Ford e Xerox, que em 2015 já haviam se distanciado publicamente da rede abortista



A norte-americana Macy’s, a maior rede de lojas de departamentos do mundo, confirmou que não vai mais fazer doações financeiras à Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do mundo.
A informação foi divulgada pela organização pró-vida Second Vote, que divulga periodicamente a lista de empresas que apoiam a entidade abortista. No último levantamento que fizeram, ocorrido neste mês de dezembro, Second Vote disse que foi informada por porta-vozes da Macy’s que a empresa não voltará a doar para Planned Parenthood.
Dessa forma, a gigante varejista se une à companhia de telecomunicações AT&T, à Coca-Cola, à Ford e à Xerox, que em 2015 já haviam se distanciado publicamente da rede cujos dirigentes foram flagrados, em 2015, vendendo partes de fetos humanos abortados.
Por 
Fonte: Matéria reproduzida do Site da Sempre{Família}

sábado, 3 de dezembro de 2016

ABORTO NO BRASIL - STF SE TRANSFORMA EM INSTRUMENTO DE MORTE


ABORTO – CHEGOU A HORA DE REAGIR


1. UMA DESCARADA TENTATIVA

No último dia 29/11/16, o Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu cinco funcionários de uma clínica de
...abortos do Estado do Rio de Janeiro, incluindo o médico que praticava os abortos, alegando que o aborto não é crime desde que praticado até o terceiro mês de gestação, usurpando publicamente, como alegaram diversos deputados, as funções do Poder Legislativo.

No próximo dia 7/12/16, o STF julgará sobre a despenalização do aborto no caso de mulheres que contraíram o zika vírus. Note: não se trata somente do aborto de crianças com microcefalia. Nem todos os bebês de gestantes que contraíram zika vírus nascem com microcefalia. Bastará que a gestante que tenha contraído zika vírus não queira levar a gravidez adiante para obter o aborto. O argumento será o trauma da incerteza. Mas, com este argumento será possível, mais tarde, em outro julgamento, legitimar todos os abortos, se isto já não for feito neste mesmo.

Trata-se da mais descarada tentativa de legalizar o aborto no Brasil.


2. A QUEM PRESSIONAR?

Ora, os juízes do STF, não sendo eleitos pelo povo, não são suscetíveis a pressões. Quando do julgamento acerca da constitucionalidade do aborto por anencefalia, não obstante a uma gigantesca oposição popular, o STF julgou pela não penalização desse tipo de aborto.


Portanto, parece não ser eficaz nenhum tipo de manifestação, nota de repúdio, petição pública ou qualquer outra ação que se dirija diretamente ao STF.

Resta-nos, portanto, uma alternativa: pressionar mais uma vez o poder legislativo, para que ponha limites à intromissão do STF em suas competências.

3. UMA LUZ DO FIM DO TÚNEL: PL 4754/2016

A propósito, na Câmara dos Deputados, há um Projeto de Lei tramitando na Comissão de Constitucionalidade, Justiça e Cidadania (CCJC), pronto para ser pautado e votado: trata-se do PL 4754/2016, relatado pelo Dep. Marcos Rogério (DEM-RO), que define como crime de responsabilidade a usurpação de competências do legislativo por parte de juízes do STF. No caso, esses juízes seriam processados no Senado Federal, podendo sofrer um impeachment.


É notório o ativismo judiciário, que não se cansa de intrometer-se no poder legislativo. Atualmente, não há a quem recorrer. Temos uma classe de intocáveis no Brasil.

Se o PL 4754/2016 for aprovado, o povo poderá pressionar o Congresso Nacional toda vez que um abuso de poder como estes for cometido! Tal medida traria maior oxigenação em nossa democracia.

Trata-se de uma verdadeira luz no fim do túnel para bloquear o assalto abortista no Brasil.

Você pode ler a integra do Projeto de Lei 4754 - 2016 neste endereço:

http://www.camara.gov.br/…/prop_mostrarintegra;jsessionid=1…

Você pode acompanhar a tramitação do PL 4754 - 2016 através deste endereço:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao


4. OUTRA FRENTE DE LUTA:  PEC 58/11


Pressionado pelos evangélicos, presidente da Câmara dos Deputados instala comissão para analisar decisão do STF que descriminaliza o aborto nos primeiros três meses de gravidez. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criou nesta quarta-feira (30/11) uma comissão especial para analisar a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no dia anterior, sobre a descriminalização do aborto nos primeiros três meses de gravidez.

Seguindo voto do ministro Luís Roberto Barroso, a primeira turma do STF entendeu que são inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto. O entendimento, no entanto, vale apenas para o caso julgado pelo grupo nesta terça-feira. Ainda assim, poderá servir de precedente e ser adotado por magistrados de instâncias inferiores.

"Sempre que o Supremo legislar, nós vamos deliberar sobre o assunto", disse Maia. A comissão deverá propor o endurecimento da legislação sobre o aborto, o que poderá ser incluído na Constituição. Durante sessão plenária que ultrapassou a madrugada, vários deputados, principalmente da bancada evangélica, criticaram a decisão do STF e pressionaram Maia.

Em seu voto, Barroso argumentou que a criminalização do aborto nos três primeiros meses da gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica. Ele também ressaltou que a criminalização do aborto não é aplicada em países democráticos e desenvolvidos, como os Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido e Holanda, entre outros.

"Em verdade, a criminalização confere uma proteção deficiente aos direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade psíquica e física, e à saúde da mulher, com reflexos sobre a igualdade de gênero e impacto desproporcional sobre as mulheres mais pobres. Além disso, criminalizar a mulher que deseja abortar gera custos sociais e para o sistema de saúde, que decorrem da necessidade de a mulher se submeter a procedimentos inseguros, com aumento da morbidade e da letalidade", decidiu Barroso.

Apesar de admitir a descriminalização do aborto nos três primeiros meses, Barroso entendeu que a criminalização do procedimento pode ser aplicada a partir dos meses seguintes.

O caso julgado pelo STF nesta terça-feira tratava da revogação de prisão de cinco pessoas detidas numa operação da polícia do Rio de Janeiro em uma clínica clandestina, entre elas médicos e outros funcionários. Os cinco ministros da primeira turma votaram pela manutenção da liberdade dos envolvidos. Rosa Weber, Edson Fachin acompanharam o voto de Barroso. No entanto, Marco Aurélio e Luiz Fux não votaram sobre a questão do aborto e deliberaram apenas sobre a legalidade da prisão.

A comissão criada por Maia deverá discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) 58/11, do deputado Jorge Silva (PHS-ES), que amplia o período de licença-maternidade para compensar os dias que um recém-nascido passar internado em razão de nascimento prematuro. Além disso, a comissão deverá discutir medidas para tornar mais rígida a legislação sobre interrupção de gravidez. O presidente da Câmara pediu aos líderes das bancadas que indiquem o quanto antes os integrantes do novo colegiado, para que ele possa iniciar os trabalhos.
                       
5. O QUE FAZER CONCRETAMENTE?

Abaixo, apresento o telefone e o e-mail do Presidente da CCJC e do Dep. Marcos Rogério, relator do projeto.


Precisamos incentivar e apoiar os parlamentares a se posicionarem firmemente nesta caso. Telefone, escreva! Peça que seja pautado e aprovado o PL 4754/2016 já na próxima semana. Mostre o quanto isto é importante para o povo brasileiro.

Pressione também para que a Comissão que discutirá a Proposta da PEC 58/11 seja logo formada e que interrompa essa enxurrada de "SENTENÇAS DE MORTE" do STF contra bebês inocentes e sem direito a defesa.

Envie também um e-mail, com suas próprias palavras, à lista de todos os deputados que são membros da CCJC, manifestando o seu apoio para que eles pautem o quanto antes este projeto.

Os bebês brasileirinhos agradecem!!!

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COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS - CCJC
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PRESIDENCIA DA CCJC
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PRESIDENTE DEPUTADO OSMAR SERRAGLIO - PMDB / PR
Telefone: (61) 3215-5845
Fax: (61) 3215-2845
Mail: dep.osmarserraglio@camara.leg.br
SECRETARIA da CCJC:
Telefone: (61) 3216-6494
FAX: (61) 3216-6499
===================================
RELATOR DO PROJETO DE LEI 4754-2016
===================================
DEPUTADO MARCOS ROGÉRIO - DEM / RO
Telefone: (61) 3215-5930
Fax: (61) 3215-2930
Mail: dep.marcosrogerio@camara.leg.br
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MAILS DOS DEPUTADOS TITULARES
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dep.paeslandim@camara.leg.br;
dep.paulomaluf@camara.leg.br; dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br; dep.rodrigopacheco@camara.leg.br; dep.sorayasantos@camara.leg.br; dep.valtenirpereira@camara.leg.br; dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br; dep.vitorvalim@camara.leg.br; dep.geneciasnoronha@camara.leg.br; dep.joaocampos@camara.leg.br; dep.josecarlosaleluia@camara.leg.br; dep.josefogaca@camara.leg.br;
dep.joziaraujo@camara.leg.br;
dep.lincolnportela@camara.leg.br;
dep.maiafilho@camara.leg.br;
dep.marcosrogerio@camara.leg.br; dep.osmarserraglio@camara.leg.br; dep.paeslandim@camara.leg.br;
dep.paulomaluf@camara.leg.br; dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br; dep.rodrigopacheco@camara.leg.br; dep.sorayasantos@camara.leg.br; dep.valtenirpereira@camara.leg.br; dep.alceumoreira@camara.leg.br;
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MAILS DOS DEPUTADOS SUPLENTES
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dep.carlosmarun@camara.leg.br; dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br;

 Fontes: Pe. Rodrigo Maria / Msn Notícias

sábado, 24 de setembro de 2016

ABAIXO-ASSINADO TENTA EVITAR QUE A ONU DECLARE O "DIA INTERNACIONAL DO ABORTO SEGURO"


MADRI, 23 Set. 16 - Diversos grupos abortistas pediram ao secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, que declare o próximo dia 28 de setembro como o “Dia Internacional do Aborto Seguro". Por isso, a plataforma CitizenGo na Espanha lançou um abaixo-assinado para evitar que isto ocorra. Aproximadamente 100 mil assinaturas contra a possível medida da ONU já foram recolhidas.

Na carta que será enviada junto com o abaixo-assinado pela CitizenGO ao Secretário Geral das Nações Unidas e aos responsáveis pela ONU Mulheres, OMS, UNAIDS e UNESCO entre outros, evidenciam uma “oposição absoluta” à concessão deste dia, pois “na prática do aborto a única coisa segura é a morte de um inocente. E é muito provável o dano físico e/ou psicológico da mãe”.

Na carta também explicam que o dia 28 de setembro já foi declarado como o “Dia Internacional pela Descriminalização do Aborto”, durante o V Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe, em 1990. “O lobby abortista já ‘comemora’ este dia”, explicam.

A plataforma recorda que, apesar da postura pessoal de Ban ki-Moon a respeito do aborto, os países que defendem e protegem a vida do nascituro “também são membros das Nações Unidas”.

Por isso sublinham que estabelecer um “Dia internacional do aborto seguro” seria “uma falta de respeito com esses países e este assunto geraria conflito e divisão”.

CitizenGO precisa que “o aborto nunca é seguro, porque sempre há uma vítima”.

Para participar do abaixo-assinado acesse:


Fonte: Acidigital

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

MAIS UMA TENTATIVA ESCABROSA DE LEGALIZAR O ABORTO


URGENTE:

ATENÇÃO:
O Senado lançou uma enquete em relação ao processo de legalização do aborto pelo SUS na surdina da noite.

Não podemos deixar passar mais essa tentativa absurda de legalização do aborto "na calada da noite" !

Vamos VOTAR CONTRA !


Link de votação:

terça-feira, 14 de junho de 2016

VITÓRIA PRÓ-VIDA: ONU REJEITA INCLUIR ABORTO COMO "DIREITO HUMANO"


Apesar do insistente lobby, documento sobre combate a aids foi aprovado sem considerar a eliminação de bebês em gestação como medida que todas as nações deveriam adotar

O movimento pró-vida do mundo todo comemora a conquista obtida na ONU com a versão aprovada da Declaração Política sobre o HIV e a Aids, documento que frustrou, mais uma vez, a insistente tentativa do poderoso lobby para que sejam contemplados como “direitos humanos” seus alegados “direitos sexuais” ou “reprodutivos”, que incluiriam a prática do aborto como algo a ser necessariamente aceito por todas nações que compõe a entidade. Com isso, põe-se um freio na agenda ideológica que atenta contra o direito à vida, a família e a liberdade, ao mesmo tempo em que se protege a soberania dos Estados em uma matéria que escapa à competência da ONU.

A Declaração Política sobre o HIV e a Aids foi aprovada em 8 de junho na ONU, dentro da Reunião de Alto Nível 2016 sobre a Erradicação da Aids, um dos encontros mais influentes da comunidade internacional sobre a questão do HIV, que ocorre a cada cinco anos.

Para entender o que essa declaração tem a dizer no que se refere aos valores inegociáveis, o site Actuall solicitou a análise da ADF Internacional, organização internacional perita no desenvolvimento de estratégias legais integrais para proteger o direito à vida, o casamento, a família e a liberdade religiosa no mundo inteiro.

“Manifestamos nosso pleno respaldo ao objetivo subjacente da Declaração Política aprovada neste ano, isto é, pôr um fim à epidemia de Aids”, disse a diretora de promoção da ADF Internacional junto às Nações Unidas, Elyssa Koren.


Os “direitos reprodutivos” não são direitos humanos

Ao mesmo tempo, porém, Koren alerta que esse fim “não exime do fato de que a UNAIDS, os Estados Unidos e alguns outros países tiveram a oportunidade de incluir pontos polêmicos”, com o fim de abalizar “agendas ideológicas” em matérias relacionadas ao direito à vida, à família e à sexualidade, com repercussões também sobre a liberdade religiosa, “promovidas às custas do sofrimento humano de milhões de pessoas que sofrem com a Aids”.

Dessa maneira, Koren lamenta as alusões do texto à “anticoncepção de emergência” independentemente da idade e ao “aborto seguro” e a ausência de uma linguagem relacionada à abstinência ou à fidelidade conjugal, “que continuam sendo nossos grandes cavalos de batalha”.

Por outro lado, a ADF Internacional celebra que “mesmo que alguns Estados tenham lutado novamente sem descanso pela inclusão de referências aos ‘direitos reprodutivos’ vinculadas aos direitos humanos, tudo isso foi rechaçado ao fim, por entender que os ‘direitos reprodutivos’ não são de nenhuma maneira competência do organismo internacional nem matéria de direitos humanos”.


Aborto, comportamento sexual e educação

Esse êxito foi conquistado especialmente “pela resistência dos países árabes, africanos e alguns outros, que insistiram que o foco deveria permanecer no objetivo de acabar com o HIV e a Aids”, diz a ADF Internacional, que ao mesmo tempo lamenta que “infelizmente, esses países não demonstraram a mesma vontade política para excluir as referências ao aborto”.

Mesmo assim, todas as referências ao aborto são feitas com a correspondente referência às legislações nacionais, como é norma nos documentos da ONU, “o que serve precisamente para proteger os Estados membros que dão proteção ao direito à vida em suas leis”, comemora Koren.

Outra conquista que a ADF Internacional destaca é a referência no texto a “uma conduta sexual responsável”. “Nesse sentido, os Estados membros compartilham o fato de que o comportamento sexual responsável afirma a dignidade inata de cada pessoa e demonstra ser a via de maior êxito para deter a Aids em cada contexto nacional”, analisa a perita.

Koren afirma, porém, que “lamentavelmente os inexperientes conseguiram evitar qualquer referência à abstinência ou à fidelidade na declaração, afirmando de forma incorreta que esses termos representam um ‘experimento social falido’”.

Finalmente, Koren celebra que mesmo que o texto modifique a sua formulação em relação à educação sexual, obteve-se uma clara vitória diante da doutrinação ideológica na escola, “por incluir a referência aos pais e pela ausência de uma linguagem ‘sexual’ vinculada à educação”.

Fonte: Blog da Comunidade Shalom


sexta-feira, 10 de junho de 2016

VOCÊ SABE QUEM ERA A SENHORA QUE ESTAVA AO LADO DE DILMA ROUSSEFF EM SEU ÚLTIMO PRONUNCIAMENTO?


Você sabe quem é essa senhora ao lado de Dilma Rousseff em seu último pronunciamento? É bom saber!

Esta senhora ao lado de Dilma no seu último pronunciamento (12/05) é Eleonora Menicucci, ex-ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres. Ela representou e militou nas políticas contra a vida, amplamente promovidas pelos governos do PT.

Eleonora foi aprender em clínicas clandestinas da Colômbia a fazer aborto com as próprias mãos, segundo seu próprio testemunho. Ela integrava uma ONG para ensinar às mulheres o, atenção!, “autoaborto”. E dizia para as mulheres: “faça você mesma o seu aborto”, ou seja, promovia abertamente um crime contra a vida num país cuja esmagadora maioria da população é contrária ao aborto.


E não para por ai… Eleonora pediu a substituição de médicos que, por objeção de consciência (DIREITO DOS MÉDICOS), se negassem a praticar o aborto. Vejam a reportagem do Estadão:

A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para Mulheres, criticou a falta de médicos nos serviços que fazem aborto legal no País. Ela observou que muitos centros funcionam apenas na teoria porque profissionais se recusam a fazer o procedimento, alegando objeção de consciência. “É preciso que esses serviços coloquem outra pessoa no lugar”, disse Eleonora nesta quinta-feira, durante reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS). A lei permite que gestações que coloquem a mulher em risco ou resultem de violência sexual possam ser interrompidas. Atualmente, existem no País 63 centros cadastrados para realização desse tipo de atendimento. Além de considerar o número insuficiente, grupos feministas relatam que, com frequência, mulheres não conseguem ser atendidas nos serviços, sobretudo em instituições administradas por grupos religiosos.

(...) Eleonora também citou resultados de pesquisas realizadas demonstrando a falta de qualidade nos serviços de atendimento às vítimas.Além da melhoria da qualidade, a ministra defendeu a ampliação do acesso aos serviços. Algo que, em sua avaliação, pode ser alcançado com descentralização do atendimento.

(…) Atualmente, são 557 centros para atendimento das mulheres e 63 capacitados para fazer o aborto. De acordo com ministério, outros 30 estão sendo capacitados para também fazer a interrupção da gestação nos casos permitidos pela lei. “Esse número de 63 centros é insuficiente. Basta ver as estatísticas de estupro. No Rio, por exemplo, esse número chega a 20 casos por dia”, acrescentou a secretária de enfrentamento à violência contra a mulher, Aparecida Gonçalves.


(…) Calma, não acabou… Lembra da Marcha das Vadias? A Ex-ministra das mulheres declarou ser IMPORTANTÍSSIMA!!! ISSO MESMO!

Veja abaixo a reportagem da época do jornal Folha Online:

A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, manifestou apoio nesta quinta-feira à Marcha das Vadias, realizada no último fim de semana em 14 cidades do país. O movimento tem causado polêmica nas redes sociais – usuários que publicaram fotos de mulheres com os seios à mostra na manifestação chegaram a ter suas contas bloqueadas pelo Facebook.

Segundo os organizadores, o nome Marcha das Vadias faz alusão à declaração de um policial canadense que insinuou em uma palestra em Toronto, em 2011, que as mulheres acabam incentivando a violência sexual por se vestirem como vadias. Esse acabou sendo o mote da marcha, que tem como objetivo defender a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo e protestar contra a tendência de alguns setores de culpar as vítimas de violência pelas agressões que sofrem.

Questionada pela reportagem sobre o que achava do movimento, a ministra afirmou que o considera “importantíssimo”. A declaração foi dada durante o evento “Mulheres rumo à Rio+20″, realizada na manhã desta quinta no Jardim Botânico, na zona sul do Rio. “O bonito dela [da Marcha das Vadias] é que é feita por jovens. Homens e mulheres jovens que despertaram para questionar a violência contra a mulher, no corpo da mulher. Eu acho importantíssimo e acho que ela merece a divulgação que está tendo”, afirmou Eleonora.

A ministra também afirmou que a questão dos direitos das mulheres estará presente na declaração final da Rio+20, a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável que ocorre de 13 a 22 de junho na cidade. “A questão de gênero está de forma prioritária na questão da sustentabilidade, porque não existe sustentabilidade sem a inclusão das mulheres e não existe um mundo sustentável com violência contra as mulheres, seja ela doméstica ou sexual”, afirmou. Segundo ela, a declaração da conferência também abordará a necessidade de acabar com a “divisão sexual do trabalho” e de promover a inclusão das trabalhadoras rurais, além de garantir às mulheres acesso à saúde e à educação.

A política de governo PTista sempre foi declaradamente uma política contra a vida, pintada de Direitos das Minorias. Mas, por trás deste discurso estava a necessidade do cumprimento de uma agenda imposta por fundações internacionais que estava sendo empurrada ‘goela abaixo’ de nosso povo.

Fonte; Blog da Comunidade Shalom