Olá amigos,
Incomodado já há algum tempo com diversas situações absurdas que nos cercam a respeito de diversos temas, como agreções ao meio ambiente, pobreza, descasos dos governantes e políticos com o povo, caos na saúde, na educação, além da tentativa de acabarem com as famílias e diversas outras insanidades, resolvi montar esse Blog como mais um meio para denunciarmos essas situações.
Muitas vezes nos sentimos impotentes e ficamos sem saber o que fazer em favor da preservação da natureza, em prol dos nossos irmãos e irmãs que sofrem nas filas dos hospitais, em favor de um ensino de qualidade para nossos filhos, pela preservação da família e da ética e moral na sociedade.
Assim, resolvi usar um meio que está disponível, a internet, e que é de grande alcance geográfico, político e humano.
Dessa forma coloco a disposição de todos os amigos e amigas que comungam dessa minha preocupação, para que também usem esse espaço para denunciarem suas insatisfações.
Que Deus nos abençoe nessa tentativa e que ela seja de alguma forma eficaz na melhoria da defesa da vida, envolvendo todos os seus aspectos, em nosso país e no mundo todo.
Um grande abraço,
José Vicente Ucha Campos
Contato: jvucampos@gmail.com

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

RELATÓRIO 2016 SOBRE LIBERDADE RELIGIOSA NO MUNDO


VOCÊ PODE PRATICAR SUA RELIGIÃO LIVREMENTE ?

VOCÊ PODE MUDAR DE RELIGIÃO TAMBÉM LIVREMENTE ?

A Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) disponibiliza a 13ª edição do relatório Liberdade Religiosa no Mundo que avalia a situação da liberdade religiosa em 196 países, incluindo o Brasil. O período de análise do relatório é entre junho de 2014 e junho de 2016 e baseia-se em pesquisas de jornalistas, acadêmicos e clérigos. O levantamento alerta para o impacto global de um novo fenômeno de violência religiosa, denominada "hiperextremismo" e tem como objetivo alertar para esta tentativa generalizada de substituir o pluralismo por uma monocultura religiosa.

Veja a seguir o Sumário Executivo do Relatório LIBERDADE RELIGIOSA NO MUNDO 2016










































Para acessar o Relatório completo, click no link abaixo:

                                    http://bit.ly/2fLm2pV                                                              

terça-feira, 15 de novembro de 2016

PAPA FRANCISCO ENVIA MENSAGEM À 22ª SESSÃO DA CONFERÊNCIA DAS PARTES DA CONVENÇÃO-QUADRO DA ONU SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS (Cop 22)

Cidade do Vaticano - O Papa Francisco enviou, nesta terça-feira (15/11), uma mensagem aos participantes da 22ª sessão da Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (Cop 22), em andamento até o próximo dia 18, em Marrakech, no Marrocos.


A nota foi enviada ao Ministro das Relações Exteriores e da Cooperação do Reino do Marrocos, Salaheddine Mezouar, Presidente dessa reunião sobre o clima.

Degradação ambiental

“A situação atual de degradação ambiental, fortemente ligada à degradação humana, ética e social que, infelizmente, vivemos todos os dias, interpela a todos nós, cada um com suas funções e competências, e nos reúne aqui com um renovado sentido de consciência e responsabilidade”, frisa o Papa na mensagem.

O Reino do Marrocos acolhe a Cop 22 poucos dias depois da entrada em vigor do Acordo de Paris, adotado menos de um ano atrás. “A sua adoção é uma forte tomada de consciência. Diante de temáticas complexas como as mudanças climáticas é necessário dar uma resposta coletiva responsável a fim de realmente colaborar na construção da nossa casa comum”, sublinha ainda o pontífice.

Tecnologia

Por outro lado, “a rápida entrada em vigor do acordo reforça a convicção de que podemos e devemos veicular a nossa inteligência para encaminhar a tecnologia, cultivar e limitar o nosso poder, e colocá-los “a serviço de um outro tipo de progresso, mais saudável, mais humano, mais social, mais integral”, capaz de por a economia a serviço da pessoa humana, construir a paz e a justiça, e salvaguardar o ambiente”.

O Acordo de Paris traçou um percurso claro que toda a comunidade internacional é chamada a se comprometer. “A Cop 22 é uma etapa central deste percurso que incide sobre toda a humanidade, em particular sobre os mais pobres e nas gerações futuras que são a componente mais vulnerável do impacto preocupante das mudanças climáticas e nos lembra a responsabilidade ética e moral de agir sem demora, de forma livre de pressões políticas e econômicas, superando interesses e comportamentos particularistas.”

Solidariedade

“Uma das contribuições do Acordo de Paris é incentivar a promoção de estratégias de desenvolvimento nacional e internacional baseadas numa qualidade ambiental que podemos definir como solidária”, observa o Papa. O acordo incentiva “a solidariedade para com as populações mais vulneráveis e se baseia nas fortes ligações existentes entre a luta contra as mudanças climáticas e a pobreza. Embora sejam muitos os elementos técnicos chamados em causa nesse âmbito, estamos conscientes de que não se pode limitar tudo à dimensão econômica e tecnológica: as soluções técnicas são necessárias mas não suficientes; é essencial e necessário considerar atentamente os aspectos éticos e sociais do novo paradigma de desenvolvimento e progresso”.

Francisco destaca na mensagem dois campos fundamentais: o da educação e da promoção de estilos de vida capazes de favorecer modelos de produção e consumo sustentáveis. Recorda a necessidade de crescimento da consciência responsável para com a nossa casa comum. “A esta tarefa são chamados a dar sua contribuição todos os Estados, a sociedade civil, o setor primado, o mundo cientifico, as instituições financeiras, as autoridades de cada país, comunidades locais e populações indígenas.”

Cultura do cuidado 

O Papa faz votos de que os trabalhos da Conferência de Marrakech incentivem as pessoas a promoverem seriamente a “cultura do cuidado que permeie toda a sociedade”, o cuidado da criação, mas também do próximo, vizinho ou distante no espaço e no tempo.

“O estilo de vida baseado na cultura do descarte é  insustentável e não deve ter espaço em nossos modelos de desenvolvimento e educação. Este é um desafio educacional e cultural que deve responder também ao processo de implementação do Acordo de Paris”, conclui Francisco. 

Fonte: News.Va/Rádio Vaticano

terça-feira, 8 de novembro de 2016

VOCÊ TRABALHA PARA VIVER OU VIVE PARA TRABALHAR?


Faça o teste e descubra se você é um workaholic: sua realização pessoal pode depender desta reflexão

“Eu trabalho para viver ou vivo para trabalhar?”: está é uma pergunta que a maioria das pessoas se faz em algum momento da vida. É que, em algumas ocasiões, o trabalho pode se tornar tão absorvente, que leva a descuidar de outras áreas do desenvolvimento (pessoal, familiar, social, física, espiritual).

O trabalho é fonte de conhecimento, aprendizagem e auto realização; é um canal de serviço e uma forma de conseguir o sustento pessoal e familiar. É uma das principais atividades da vida humana, se considerarmos a quantidade de tempo e esforço dedicados ao trabalho.

Porém, por diversos fatores, o trabalho pode se tornar uma adição, uma dependência. Em que consiste isso?

O que é e o que não é a adição ao trabalho

Uma coisa é esforçar-se por fazer bem o trabalho, ser eficiente e enfrentar com responsabilidade as próprias funções; outra coisa é criar uma relação de dependência com o trabalho, até torná-lo um obstáculo para a vida familiar e social, prejudicando o âmbito físico, mental e emocional da pessoa.

O termo “worhaholic” vem do inglês, surge na década de 70 e consiste na junção das palavras “trabalho” (work) e “alcoolismo” (alcoholism). Introduz os traços característicos do comportamento alcoólico ao âmbito do trabalho.

A pessoa dependente do trabalho se caracteriza por uma excessiva dedicação laboral como se fosse seu único objetivo vital, bem como por um desinteresse por tudo o que não seja seu trabalho e por sua incapacidade de deixar de trabalhar.

Perfil do workaholic

Algumas das manifestações mais frequentes da pessoa dependente do trabalho são as seguintes (observe se você possui 3 ou mais delas):

– Pensar no trabalho quando não se está trabalhando.
– Não tirar férias.
– Ansiedade e insegurança diante das responsabilidades laborais.
– Compromisso excessivo e compulsivo com a atividade profissional.
– Para as mulheres: aumento de poder/autoritarismo dentro do casamento; renúncia a ter filhos para evitar ter de conciliar trabalho e maternidade; multiplicação do trabalho total realizado como consequência de não poder eliminar suas responsabilidades no lar e na educação dos filhos.
– Personalidades obsessivas que controlam seu ambiente e evitam situações de novidade, para diminuir sua insegurança pessoal.
– Impossibilidade de abandonar uma tarefa inconclusa no final do dia.
– Incapacidade de recusar novas tarefas no trabalho.
– Não dispor de um sistema estável de prioridades.
– Ser acusado por seus familiares de que mostra mais interesse pelo trabalho que por eles.
– Ser competitivo em qualquer atividade, inclusive quando pratica algum esporte em família.
– Impaciência.
– Sentimento de culpa quando não está trabalhando.
– Seus “hobbies” têm a ver com sua profissão.
– Esperar que todos trabalhem como ele.
– Dificuldade de envolver-se em atividades dos outros.
– Sentir certo prazer ao relatar o quanto e quão duramente se trabalha.

Em busca do equilíbrio

A adição ao trabalho poderia ser entendida como consequência da mudança social experimentada na forma de avaliar o trabalho, pois este é cada vez mais associado a elementos como poder, status, sucesso de felicidade, e isso leva a fazer da atividade laboral o centro da vida das pessoas.

É necessário, então, esclarecer dois tipos de balanço/equilíbrio: trabalho-família e trabalho-lazer. Se o resultado desses dois balanços for desarmônico, conclui-se que existe uma possível adição ao trabalho.

A regra de ouro nesta abordagem está focada em buscar o equilíbrio saudável e necessário, pois, sem dúvida, existe uma maneira de desenvolver-se nos diversos âmbitos da vida, sem ter de sacrificar nenhum deles.

Fonte: Aleteia

terça-feira, 4 de outubro de 2016

MARCHA PELA VIDA 2016 - FORTALEZA - CE


SEMANA NACIONAL DA VIDA 2016


O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, Dom Bosco, chama atenção para as reflexões que devem ser     feitas nesta semana

Da redação, com CNBB

A Igreja no Brasil está celebrando a Semana Nacional da Vida desde o dia 1º de outubro. Até domingo, 8, Dia do Nascituro, os católicos trabalharão para promover, proteger, defender  e valorizar a vida humana em todas as circunstâncias, desde a sua concepção, até a morte natural.

Para o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom João Bosco Barbosa de Sousa, este é o momento de “unir todos aqueles que buscam uma proposta de vida plena”.

Dom Bosco chama atenção para as reflexões que devem ser feitas durante a Semana Nacional da Vida. Para o bispo, é necessário manter-se alerta diante “das escolhas que podem ser atraentes ou até sedutoras, porém trazem como consequência a visível estupidez humana e como resultado a morte”.

O arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), cardeal Orani João Tempesta, ressaltou em artigo que a vida deve ser defendida e preservada desde a sua concepção até a morte natural. “O Dia do Nascituro nos desperta para a consciência de que há direitos do ser humano de conservar a sua vida em estágio intrauterino”, afirmou. Diante dos muitos ataques e ameaças que os nascituros têm sofrido nos últimos tempos, dom Orani justifica as “razões sérias para a celebração de uma semana voltada para a beleza da vida”.

Subsídio “Vida e sociedade”


A Semana Nacional da Vida foi instituída durante a 43ª Assembleia Geral da CNBB. Neste ano, o tema proposto para reflexão por meio do subsídio Hora da Vida é “Vida e sociedade”.

O material preparado pela Comissão e pela Pastoral Familiar para aprofundar a temática proposta oferece em seu conteúdo pistas para reflexão, orações e informações relacionadas à vida e à sociedade. Dom João Bosco Barbosa explica que o material será importante para que os grupos de famílias, da Pastoral Familiar e aqueles que refletem a palavra de Deus possam também participar “dessa grande formação a respeito da vida que a Semana nos quer transmitir”. 

Os encontros oferecidos no subsídio abordam os temas “A vida humana: dom para a família e a sociedade”; “A ideologia de gênero e a negação da criação como dom de Deus”; “A via política – caminho para promover e defender a vida”; “Os cristãos e o compromisso com a vida” e “Juntos pela vida”.

“Esses temas são tratados de forma muito clara e didática, simples de entender, mas, ao mesmo tempo, profundos em seu conteúdo. Por isso, recomendo às nossas comunidades, à Pastoral Familiar que tenham em mão esse livro”, motiva Dom Bosco. Também há no livreto uma proposta de Vigília Eucarística em favor da vida e uma Oração do Jovem.

Fonte: Canção Nova


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

COSTA RICA É A PRIMEIRA NAÇÃO TROPICAL A REVERTER DESMATAMENTO, APONTA BANCO MUNDIAL

Ações ajudaram Costa Rica a fomentar o turismo sustentável.

De acordo com o Banco Mundial, mais da metade de todo o território costarriquenho é coberto por florestas

A difícil missão de combater o desmatamento e seus impactos no meio ambiente é uma questão cada vez mais emergente para o futuro e constantemente debatida pelos governantes. Longe de ser um problema restrito a uma região do planeta, o desmatamento e seu impacto são consequências da ação humana no desenvolvimento e preservação da natureza.

Agindo na contramão do resto do mundo, a Costa Rica foi reconhecida pelo Banco Mundial como a primeira nação tropical a reverter o quadro de desmatamento em seu território. Conduzindo uma série de ações preventivas em prol do combate à prática ilegal do desmatamento, o governo costarriquenho tem hoje grandes motivos para comemorar os avanços ambientais do país.

Depois de sofrer muitas décadas com o desmatamento, justificado com o objetivo de valorizar a agricultura local e criação de animais, a Costa Rica deu início a um plano de políticas de proteção nos anos 80, quando a situação do país era caótica, e que vem surtindo resultado. Para se ter uma ideia, em 1983 as florestas costarriquenhas cobriam apenas 26% do território, enquanto hoje a nação se orgulha em ter ultrapassado o nível de 50% de cobertura em toda sua extensão.

Ações em prol do meio ambiente


Segundo o Banco Mundial, as florestas do país representam uma “incrível história de sucesso” para o presente e futuro. Mas não é de hoje que a relação entre o governo do país e a instituição financeira se desenvolvem positivamente. Desde 2012, ambos têm trabalhado em parceria de um projeto que visa colher mais dados sobre os recursos naturais que integram a economia do país (como florestas, água e energia, por exemplo).

Como resultado do projeto e de outras iniciativas do governo, as florestas contribuem com 2% do PIB (Produto Interno Bruto) costarriquenho, número superior ao esperado pelos especialistas inicialmente. Em conjunto, a nação alcançou um crescimento significativo nos setores de turismo sustentável e de geração de energia hidrelétrica.

Para estes próximos anos, o desafio do governo será manter o planejamento de atividades para conservação das florestas e incentivar novas soluções que valorizem também outros recursos naturais. Desta forma, a Costa Rica espera influenciar outras nações a desenvolver novos planejamentos ambientais em suas gestões.

Fonte: Pensamento Verde


terça-feira, 27 de setembro de 2016

BRASIL ESTÁ ENTRE OS 10 PAÍSES QUE MAIS DESPERDIÇAM ALIMENTOS NO MUNDO


Cidade do Vaticano (RV) - O desperdício de alimentos é o tema do nosso espaço de saúde.


O nosso Planeta produz alimento suficiente para todos, mas, infelizmente, 795 milhões de pessoas passam fome no mundo, principalmente crianças, segundo o relatório anual sobre a fome da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), intitulado “Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015”.

No Brasil, são desperdiçadas anualmente 41 mil toneladas de alimentos. Isso coloca o país entre as dez nações que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo.

Um terço do alimento produzido no mundo se perde e 20% do alimento que compramos é jogado no lixo.

Sobre o desperdício de alimentos nos fala a nutricionista da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança, Paula Pizzato. (MJ/Pastoral da Criança) 

Fonte: Rádio Vaticano


domingo, 25 de setembro de 2016

LÍDERES RELIGIOSOS ASSINAM, EM ASSIS, APELO PELA PAZ

A violência e o terrorismo se opõem ao verdadeiro espírito religioso, enfatizam líderes religiosos no apelo

Líderes religiosos reunidos em Assis pela paz / Foto: Reprodução CTV
Líderes religiosos reunidos em Assis pela paz / Foto: Reprodução CTV

Líderes religiosos assinaram nesta terça-feira, 20, um apelo pela paz como fruto do Encontro Internacional pela Paz realizado em Assis, Itália, desde o último dia 18. O apelo foi entregue a crianças, que o levarão aos representantes das nações.

O apelo traz uma firme condenação aos atos de violência em nome da religião e um forte apelo para construir a paz verdadeira. “A guerra em nome da religião torna-se uma guerra contra a própria religião. Por isso, com firme convicção, reiteramos que a violência e o terrorismo se opõem ao verdadeiro espírito religioso”.

Papa assina o apelo pela paz, assim como outros líderes religiosos o fizeram / Foto: Reprodução CTV
Papa assina o apelo pela paz, assim como outros líderes religiosos o fizeram / Foto: Reprodução CTV

Com a guerra todos perdem, inclusive os vencedores, destacam os líderes religiosos. Reconhecendo a necessidade de rezar constantemente pela paz, eles se colocaram à escuta de todos atingidos pelas guerras – pobres, crianças, mulheres, jovens – para clamar uma vez mais: “Não à guerra! Não caia no vazio o grito de dor de tantos inocentes (…) Nada é impossível, se nos dirigimos a Deus na oração”.

Esse encontro em Assis acontece 30 anos depois que João Paulo II convidou líderes religiosos para que lá se unissem a fim de rezar pela paz. Desse momento histórico, reconhecem hoje os líderes religiosos, inúmeros crentes foram envolvidos no diálogo e na oração pela paz, unindo sem confundir e gerando amizades inter-religiosoas. “Este é o espírito que nos anima: realizar o encontro no diálogo, opor-se a todas as formas de violência e abuso da religião para justificar a guerra e o terrorismo”.

Ao final do encontro, o tradicional abraço da paz entre os líderes religiosos. 

Confira, a seguir, a íntegra do apelo:

Homens e mulheres de diferentes religiões, congregamo-nos, como peregrinos, na cidade de São Francisco. Aqui em 1986, há trinta anos, a convite do Papa João Paulo II, reuniram-se Representantes religiosos de todo o mundo, pela primeira vez de modo tão participado e solene, para afirmar o vínculo indivisível entre o grande bem da paz e uma autêntica atitude religiosa. Daquele evento histórico, teve início uma longa peregrinação que, tocando muitas cidades do mundo, envolveu inúmeros crentes no diálogo e na oração pela paz; uniu sem confundir, gerando amizades inter-religiosas sólidas e contribuindo para extinguir não poucos conflitos. Este é o espírito que nos anima: realizar o encontro no diálogo, opor-se a todas as formas de violência e abuso da religião para justificar a guerra e o terrorismo. E todavia, nos anos intercorridos, ainda muitos povos foram dolorosamente feridos pela guerra. Nem sempre se compreendeu que a guerra piora o mundo, deixando um legado de sofrimentos e ódios. Com a guerra, todos ficam a perder, incluindo os vencedores.

Dirigimos a nossa oração a Deus, para que dê a paz ao mundo. Reconhecemos a necessidade de rezar constantemente pela paz, porque a oração protege o mundo e ilumina-o. A paz é o nome de Deus. Quem invoca o nome de Deus para justificar o terrorismo, a violência e a guerra, não caminha pela estrada d’Ele: a guerra em nome da religião torna-se uma guerra contra a própria religião. Por isso, com firme convicção, reiteramos que a violência e o terrorismo se opõem ao verdadeiro espírito religioso.

Colocamo-nos à escuta da voz dos pobres, das crianças, das gerações jovens, das mulheres e de tantos irmãos e irmãs que sofrem por causa da guerra; com eles, bradamos: Não à guerra! Não caia no vazio o grito de dor de tantos inocentes. Imploramos aos Responsáveis das nações que sejam desativados os moventes das guerras: a ambição de poder e dinheiro, a ganância de quem trafica armas, os interesses de parte, as vinganças pelo passado. Cresça o esforço concreto por remover as causas subjacentes aos conflitos: as situações de pobreza, injustiça e desigualdade, a exploração e o desprezo da vida humana.

Abra-se, finalmente, um tempo novo, em que o mundo globalizado se torne uma família de povos. Implemente-se a responsabilidade de construir uma paz verdadeira, que esteja atenta às necessidades autênticas das pessoas e dos povos, que impeça os conflitos através da colaboração, que vença os ódios e supere as barreiras por meio do encontro e do diálogo. Nada se perde, ao praticar efetivamente o diálogo. Nada é impossível, se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podem ser artesãos de paz; a partir de Assis, renovamos com convicção o nosso compromisso de o sermos, com a ajuda de Deus, juntamente com todos os homens e mulheres de boa vontade.

Fonte: Canção Nova Notícias

sábado, 24 de setembro de 2016

ABAIXO-ASSINADO TENTA EVITAR QUE A ONU DECLARE O "DIA INTERNACIONAL DO ABORTO SEGURO"


MADRI, 23 Set. 16 - Diversos grupos abortistas pediram ao secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, que declare o próximo dia 28 de setembro como o “Dia Internacional do Aborto Seguro". Por isso, a plataforma CitizenGo na Espanha lançou um abaixo-assinado para evitar que isto ocorra. Aproximadamente 100 mil assinaturas contra a possível medida da ONU já foram recolhidas.

Na carta que será enviada junto com o abaixo-assinado pela CitizenGO ao Secretário Geral das Nações Unidas e aos responsáveis pela ONU Mulheres, OMS, UNAIDS e UNESCO entre outros, evidenciam uma “oposição absoluta” à concessão deste dia, pois “na prática do aborto a única coisa segura é a morte de um inocente. E é muito provável o dano físico e/ou psicológico da mãe”.

Na carta também explicam que o dia 28 de setembro já foi declarado como o “Dia Internacional pela Descriminalização do Aborto”, durante o V Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe, em 1990. “O lobby abortista já ‘comemora’ este dia”, explicam.

A plataforma recorda que, apesar da postura pessoal de Ban ki-Moon a respeito do aborto, os países que defendem e protegem a vida do nascituro “também são membros das Nações Unidas”.

Por isso sublinham que estabelecer um “Dia internacional do aborto seguro” seria “uma falta de respeito com esses países e este assunto geraria conflito e divisão”.

CitizenGO precisa que “o aborto nunca é seguro, porque sempre há uma vítima”.

Para participar do abaixo-assinado acesse:


Fonte: Acidigital

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

MAIS UMA TENTATIVA ESCABROSA DE LEGALIZAR O ABORTO


URGENTE:

ATENÇÃO:
O Senado lançou uma enquete em relação ao processo de legalização do aborto pelo SUS na surdina da noite.

Não podemos deixar passar mais essa tentativa absurda de legalização do aborto "na calada da noite" !

Vamos VOTAR CONTRA !


Link de votação:

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

SETEMBRO AMARELO - MÊS DO MOVIMENTO MUNDIAL PARA CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SOBRE A REALIDADE DO SUICÍDIO


NO MUNDO, A CADA 45 SEGUNDOS, UMA PESSOA MORRE POR SUICÍDIO
E NO BRASIL, UMA PESSOA MORRE A CADA 45 MINUTOS, POR SUICÍDIO
804.000 PESSOAS COMETEM SUICÍDIO POR ANO, EM TODO O MUNDO

Se outubro é o mês pela prevenção do câncer de mama, representado pela cor rosa, e novembro é pela prevenção de doenças masculinas, com a cor azul, em Setembro adotamos o Amarelo para colorir o movimento mundial para conscientizar a população sobre a realidade do suicídio e mostrar que existe prevenção em mais de 90% dos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde.
O suicídio é considerado um problema de saúde pública e mata 1 brasileiro a cada 45 minutos e 1 pessoa a cada 45 segundos em todo o mundo. Pelos números oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Pelo menos o triplo de pessoas tentaram tirar a própria vida e outras chegaram a pensar em suicídio. Apesar de números tão alarmantes, o assunto ainda é tratado como tabu. Evita-se o assunto, o que só colabora para seu aumento dos casos, pois as pessoas muitas vezes não sabem que podem procurar ajuda.

Mas como buscar ajuda se sequer a pessoa sabe que ela pode ser ajudada e que o que ela passa naquele momento é mais comum do que se divulga e ela imagina? Ao mesmo tempo, como é possível oferecer ajuda a um amigo ou parente se também não sabemos identificar os sinais e muito menos temos familiaridade com a abordagem mais adequada? 

O câncer, a AIDS e demais doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), há duas ou três décadas, eram rodeadas de tabus e viam o número de suas vítimas aumentando a olhos nus. Foi necessário o esforço coletivo, liderado por pessoas corajosas e organizações engajadas, para quebrar esses tabus, falando sobre o assunto, esclarecendo, conscientizando e estimulando a prevenção para reverter esse cenário.

Por essa razão, o CVV – Centro de Valorização da Vida, uma entidade sem fins lucrativos que atua gratuitamente na prevenção do suicídio desde 1962, está engajada e promovendo atividades neste  movimento iniciado há dois anos no Brasil, chamado Setembro Amarelo. A ideia é divulgar a causa intensamente durante o mês, já que no dia 10 é celebrado o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, tendo como parte fundamental a iluminação ou coloração de amarelo de locais, construções ou monumentos e, ainda, a colocação de laços amarelos nas fachadas de prédios públicos e privados para lembrarmos que devemos, sim, falar sobre a prevenção do suicídio.

Em 2015, foram iluminados locais como o Cristo Redentor (RJ), o Congresso Nacional (DF), o estádio Beira Rio (RS), além outros locais que podem ser conhecidos em nosso site (www.setembroamarelo.org.br) e Fanpage (facebook.com/setembroamarelo).

Todas as pessoas, empresas e instituições podem aderir à campanha Setembro Amarelo, com algumas medidas simples durante este mês, dentre as quais sugerimos:

a. Colocação em sua fachada do laço amarelo, símbolo das campanhas de prevenção, e/ou iluminação do prédio com a cor amarela;
b. Fixação de cartazes da campanha “Falando Abertamente” em locais de circulação do prédio (material disponível aqui);
c. Divulgação do banner da campanha em site institucional, incluindo link para o site do Setembro Amarelo;
d. Divulgação da campanha em redes sociais ou páginas pessoais;
e. Distribuição da cartilha “Falando Abertamente Sobre Suicídio”, elaborada pelo CVV – Centro de Valorização da Vida, disponível aqui (como opção, pode ser acompanhada de fita amarela para a roupa ou pulso, estimulando a adesão à campanha);
e. Confecção e distribuição de faixas, camisetas, marcadores de página, folders, adesivo, etc (disponível aqui).

Todos que mandarem fotos de suas iniciativas para a Fanpage do Setembro Amarelo (https://www.facebook.com/setembroamarelo) poderão ver o material compartilhado no Facebook. Algumas dessas fotos serão enviados ao IASP, Associação Internacional de Prevenção do Suicídio, que vai reunir as principais ações ao redor do mundo. 


Junte-se à nós e ajude a prevenir o suicídio, afinal, falar é a melhor opção!



PRECISANDO DE AJUDA ?

ACESSE: O CVV - CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA


Eixo Comunicação
BLOG CVV

segunda-feira, 20 de junho de 2016

REFUGIADOS PELO MUNDO - 65,3 MILHÕES

Fotos da internet

Cidade do Vaticano – 20 de junho é o dia dedicado pelas Nações Unidas aos Refugiados. O Papa Francisco mencionou esta recorrência em seu encontro dominical (19/06) com os fiéis.
O Pontífice recordou que o tema do Dia Mundial do Refugiado deste ano é “Com os refugiados. Estamos do lado de quem é obrigado a fugir”. 

“Os refugiados são pessoas como nós, porém a guerra tirou deles casa, trabalho, parentes e amigos. As suas histórias e seus rostos nos convidam a renovar o compromisso para construir a paz na justiça. Por isso, queremos estar com eles: encontrá-los, acolhê-los, ouvi-los para nos tornar juntos artesãos da paz, segundo a vontade de Deus”.





O número de pessoas deslocadas por motivos de conflitos e perseguições em todo o mundo chegou a 65,3 milhões no final de 2015, de acordo com um relatório da ONU apresentado nesta data. 
Este total inclui refugiados, deslocados internos e requerentes de asilo e é considerado um recorde pela agência da ONU para Refugiados, o ACNUR. 65,3 milhões de pessoas é mais do que a população do Reino Unido, da França ou da Itália.

Jornal da Tarde de 20/06/2016

Dentre os eventos promovidos para marcar esta data, um dos mais ressonantes é a campanha da ONU em que cerca de 60 celebridades aparecem ao lado de refugiados de vários países, solicitando apoio a essa população – o maior número desde a Segunda Guerra Mundial.

União

"Nós estamos juntos com os refugiados. Por favor, junte-se a nós". Este é o pedido feito no vídeo pelo Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon; pelos atores Ben Stiller, Cate Blanchet, Helen Mirren, Scarlett Johansson, e a brasileira Bruna Marquizine; pelo arcebispo anglicano Desmond Tutu; pelo cantor Juanes, entre outros famosos.
O objetivo é garantir o maior número possível de assinaturas em uma petição que pede aos governos mais ação em prol das pessoas que são forçadas a se deslocar por causa de guerras e de conflitos.

Pessoas Comuns

Antes do lançamento da campanha, o porta-voz do ACNUR no Brasil, Luiz Fernando Godinho, falou com a Rádio ONU, de Brasília, sobre a iniciativa:

"É uma campanha que traz uma série de histórias individuais de refugiados ao redor do mundo. Mostra que os refugiados são pessoas como eu, como você, como os ouvintes da Rádio ONU. São pessoas que tiveram que passar por situações extremas, que vivem momentos difíceis, mas que estão reconstruindo suas vidas com seus sonhos e seus objetivos".

Direitos

Segundo Luiz Fernando Godinho, a petição pode ser assinada por qualquer pessoa na internet, com um apelo para que todas as crianças refugiadas tenham acesso à educação e todas as famílias sejam abrigadas em locais seguros. 

A petição será entregue aos líderes mundiais na Assembleia Geral da ONU antes da Reunião de Alto Nível sobre Refugiados e Migrantes, que ocorre na organização em 19 de setembro.

Refugiados no Brasil

Dados atuais do Comitê Nacional de Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça brasileiro, indicam que nosso país abriga 8.731 refugiados de 79 nacionalidades diferentes, sendo 2.252 sírios.

O Brasil sempre teve um papel pioneiro e de liderança na proteção internacional dos refugiados. Foi o primeiro país do Cone Sul a ratificar a Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951, no ano de 1960. Foi ainda um dos primeiros países integrantes do Comitê Executivo do ACNUR, responsável pela aprovação dos programas e orçamentos anuais da agência.

O refugiado dispõe da proteção do governo brasileiro e pode, portanto, obter documentos, trabalhar, estudar e exercer os mesmos direitos que qualquer cidadão estrangeiro legalizado no Brasil que possui uma das legislações mais modernas sobre o tema (lei 9474/97).

Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 14 de junho de 2016

VITÓRIA PRÓ-VIDA: ONU REJEITA INCLUIR ABORTO COMO "DIREITO HUMANO"


Apesar do insistente lobby, documento sobre combate a aids foi aprovado sem considerar a eliminação de bebês em gestação como medida que todas as nações deveriam adotar

O movimento pró-vida do mundo todo comemora a conquista obtida na ONU com a versão aprovada da Declaração Política sobre o HIV e a Aids, documento que frustrou, mais uma vez, a insistente tentativa do poderoso lobby para que sejam contemplados como “direitos humanos” seus alegados “direitos sexuais” ou “reprodutivos”, que incluiriam a prática do aborto como algo a ser necessariamente aceito por todas nações que compõe a entidade. Com isso, põe-se um freio na agenda ideológica que atenta contra o direito à vida, a família e a liberdade, ao mesmo tempo em que se protege a soberania dos Estados em uma matéria que escapa à competência da ONU.

A Declaração Política sobre o HIV e a Aids foi aprovada em 8 de junho na ONU, dentro da Reunião de Alto Nível 2016 sobre a Erradicação da Aids, um dos encontros mais influentes da comunidade internacional sobre a questão do HIV, que ocorre a cada cinco anos.

Para entender o que essa declaração tem a dizer no que se refere aos valores inegociáveis, o site Actuall solicitou a análise da ADF Internacional, organização internacional perita no desenvolvimento de estratégias legais integrais para proteger o direito à vida, o casamento, a família e a liberdade religiosa no mundo inteiro.

“Manifestamos nosso pleno respaldo ao objetivo subjacente da Declaração Política aprovada neste ano, isto é, pôr um fim à epidemia de Aids”, disse a diretora de promoção da ADF Internacional junto às Nações Unidas, Elyssa Koren.


Os “direitos reprodutivos” não são direitos humanos

Ao mesmo tempo, porém, Koren alerta que esse fim “não exime do fato de que a UNAIDS, os Estados Unidos e alguns outros países tiveram a oportunidade de incluir pontos polêmicos”, com o fim de abalizar “agendas ideológicas” em matérias relacionadas ao direito à vida, à família e à sexualidade, com repercussões também sobre a liberdade religiosa, “promovidas às custas do sofrimento humano de milhões de pessoas que sofrem com a Aids”.

Dessa maneira, Koren lamenta as alusões do texto à “anticoncepção de emergência” independentemente da idade e ao “aborto seguro” e a ausência de uma linguagem relacionada à abstinência ou à fidelidade conjugal, “que continuam sendo nossos grandes cavalos de batalha”.

Por outro lado, a ADF Internacional celebra que “mesmo que alguns Estados tenham lutado novamente sem descanso pela inclusão de referências aos ‘direitos reprodutivos’ vinculadas aos direitos humanos, tudo isso foi rechaçado ao fim, por entender que os ‘direitos reprodutivos’ não são de nenhuma maneira competência do organismo internacional nem matéria de direitos humanos”.


Aborto, comportamento sexual e educação

Esse êxito foi conquistado especialmente “pela resistência dos países árabes, africanos e alguns outros, que insistiram que o foco deveria permanecer no objetivo de acabar com o HIV e a Aids”, diz a ADF Internacional, que ao mesmo tempo lamenta que “infelizmente, esses países não demonstraram a mesma vontade política para excluir as referências ao aborto”.

Mesmo assim, todas as referências ao aborto são feitas com a correspondente referência às legislações nacionais, como é norma nos documentos da ONU, “o que serve precisamente para proteger os Estados membros que dão proteção ao direito à vida em suas leis”, comemora Koren.

Outra conquista que a ADF Internacional destaca é a referência no texto a “uma conduta sexual responsável”. “Nesse sentido, os Estados membros compartilham o fato de que o comportamento sexual responsável afirma a dignidade inata de cada pessoa e demonstra ser a via de maior êxito para deter a Aids em cada contexto nacional”, analisa a perita.

Koren afirma, porém, que “lamentavelmente os inexperientes conseguiram evitar qualquer referência à abstinência ou à fidelidade na declaração, afirmando de forma incorreta que esses termos representam um ‘experimento social falido’”.

Finalmente, Koren celebra que mesmo que o texto modifique a sua formulação em relação à educação sexual, obteve-se uma clara vitória diante da doutrinação ideológica na escola, “por incluir a referência aos pais e pela ausência de uma linguagem ‘sexual’ vinculada à educação”.

Fonte: Blog da Comunidade Shalom


sexta-feira, 10 de junho de 2016

VOCÊ SABE QUEM ERA A SENHORA QUE ESTAVA AO LADO DE DILMA ROUSSEFF EM SEU ÚLTIMO PRONUNCIAMENTO?


Você sabe quem é essa senhora ao lado de Dilma Rousseff em seu último pronunciamento? É bom saber!

Esta senhora ao lado de Dilma no seu último pronunciamento (12/05) é Eleonora Menicucci, ex-ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres. Ela representou e militou nas políticas contra a vida, amplamente promovidas pelos governos do PT.

Eleonora foi aprender em clínicas clandestinas da Colômbia a fazer aborto com as próprias mãos, segundo seu próprio testemunho. Ela integrava uma ONG para ensinar às mulheres o, atenção!, “autoaborto”. E dizia para as mulheres: “faça você mesma o seu aborto”, ou seja, promovia abertamente um crime contra a vida num país cuja esmagadora maioria da população é contrária ao aborto.


E não para por ai… Eleonora pediu a substituição de médicos que, por objeção de consciência (DIREITO DOS MÉDICOS), se negassem a praticar o aborto. Vejam a reportagem do Estadão:

A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para Mulheres, criticou a falta de médicos nos serviços que fazem aborto legal no País. Ela observou que muitos centros funcionam apenas na teoria porque profissionais se recusam a fazer o procedimento, alegando objeção de consciência. “É preciso que esses serviços coloquem outra pessoa no lugar”, disse Eleonora nesta quinta-feira, durante reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS). A lei permite que gestações que coloquem a mulher em risco ou resultem de violência sexual possam ser interrompidas. Atualmente, existem no País 63 centros cadastrados para realização desse tipo de atendimento. Além de considerar o número insuficiente, grupos feministas relatam que, com frequência, mulheres não conseguem ser atendidas nos serviços, sobretudo em instituições administradas por grupos religiosos.

(...) Eleonora também citou resultados de pesquisas realizadas demonstrando a falta de qualidade nos serviços de atendimento às vítimas.Além da melhoria da qualidade, a ministra defendeu a ampliação do acesso aos serviços. Algo que, em sua avaliação, pode ser alcançado com descentralização do atendimento.

(…) Atualmente, são 557 centros para atendimento das mulheres e 63 capacitados para fazer o aborto. De acordo com ministério, outros 30 estão sendo capacitados para também fazer a interrupção da gestação nos casos permitidos pela lei. “Esse número de 63 centros é insuficiente. Basta ver as estatísticas de estupro. No Rio, por exemplo, esse número chega a 20 casos por dia”, acrescentou a secretária de enfrentamento à violência contra a mulher, Aparecida Gonçalves.


(…) Calma, não acabou… Lembra da Marcha das Vadias? A Ex-ministra das mulheres declarou ser IMPORTANTÍSSIMA!!! ISSO MESMO!

Veja abaixo a reportagem da época do jornal Folha Online:

A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, manifestou apoio nesta quinta-feira à Marcha das Vadias, realizada no último fim de semana em 14 cidades do país. O movimento tem causado polêmica nas redes sociais – usuários que publicaram fotos de mulheres com os seios à mostra na manifestação chegaram a ter suas contas bloqueadas pelo Facebook.

Segundo os organizadores, o nome Marcha das Vadias faz alusão à declaração de um policial canadense que insinuou em uma palestra em Toronto, em 2011, que as mulheres acabam incentivando a violência sexual por se vestirem como vadias. Esse acabou sendo o mote da marcha, que tem como objetivo defender a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo e protestar contra a tendência de alguns setores de culpar as vítimas de violência pelas agressões que sofrem.

Questionada pela reportagem sobre o que achava do movimento, a ministra afirmou que o considera “importantíssimo”. A declaração foi dada durante o evento “Mulheres rumo à Rio+20″, realizada na manhã desta quinta no Jardim Botânico, na zona sul do Rio. “O bonito dela [da Marcha das Vadias] é que é feita por jovens. Homens e mulheres jovens que despertaram para questionar a violência contra a mulher, no corpo da mulher. Eu acho importantíssimo e acho que ela merece a divulgação que está tendo”, afirmou Eleonora.

A ministra também afirmou que a questão dos direitos das mulheres estará presente na declaração final da Rio+20, a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável que ocorre de 13 a 22 de junho na cidade. “A questão de gênero está de forma prioritária na questão da sustentabilidade, porque não existe sustentabilidade sem a inclusão das mulheres e não existe um mundo sustentável com violência contra as mulheres, seja ela doméstica ou sexual”, afirmou. Segundo ela, a declaração da conferência também abordará a necessidade de acabar com a “divisão sexual do trabalho” e de promover a inclusão das trabalhadoras rurais, além de garantir às mulheres acesso à saúde e à educação.

A política de governo PTista sempre foi declaradamente uma política contra a vida, pintada de Direitos das Minorias. Mas, por trás deste discurso estava a necessidade do cumprimento de uma agenda imposta por fundações internacionais que estava sendo empurrada ‘goela abaixo’ de nosso povo.

Fonte; Blog da Comunidade Shalom