Olá amigos,
Incomodado já há algum tempo com diversas situações absurdas que nos cercam a respeito de diversos temas, como agreções ao meio ambiente, pobreza, descasos dos governantes e políticos com o povo, caos na saúde, na educação, além da tentativa de acabarem com as famílias e diversas outras insanidades, resolvi montar esse Blog como mais um meio para denunciarmos essas situações.
Muitas vezes nos sentimos impotentes e ficamos sem saber o que fazer em favor da preservação da natureza, em prol dos nossos irmãos e irmãs que sofrem nas filas dos hospitais, em favor de um ensino de qualidade para nossos filhos, pela preservação da família e da ética e moral na sociedade.
Assim, resolvi usar um meio que está disponível, a internet, e que é de grande alcance geográfico, político e humano.
Dessa forma coloco a disposição de todos os amigos e amigas que comungam dessa minha preocupação, para que também usem esse espaço para denunciarem suas insatisfações.
Que Deus nos abençoe nessa tentativa e que ela seja de alguma forma eficaz na melhoria da defesa da vida, envolvendo todos os seus aspectos, em nosso país e no mundo todo.
Um grande abraço,
José Vicente Ucha Campos
Contato: jvucampos@gmail.com
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
A MACONHA É A "PORTA DE ENTRADA" PARA AS OUTRAS DROGAS, SIM!
Comentários publicado na revista Veja sobre o tema.
“Nunca prendemos tanta gente. A razão é simples: o número de criminosos está aumentando porque a demanda por droga também cresceu. É a lei da oferta e da procura”.
Delegado Reinaldo Corrêa
Departamento de narcóticos da polícia paulista.
“Muito interessante a forma como foi feita a reportagem, abrindo espaço para reflexões. É visível que o problema não se resolve com o trabalho de combate. A solução real é a educação de qualidade para as nossas crianças e adolescentes como instrumento de prevenção. Trabalho há quase trinta anos com usuários de drogas e dependentes químicos e posso confirmar os sérios riscos que a pessoa corre ao fumar maconha. Entre outros perigos, quando o indivíduo é geneticamente predisposto para a psicose (o que é previamente desconhecido por ele), o uso pode desencadear um surto e até um quadro psicótico permanente”.
Roberto Lúcio Viera de Souza
Médico psiquiatra
Belo Horizonte, MG
“Fernando Henrique Cardoso sai “explicando” o THC (maconha) e diz que errou quando agiu antes. Quem garante que ele está certo agora?”
José Francisco Veloso
Doutor em dependência química
Vila Velha, ES
“O Brasil de hoje insiste em privilegiar as minorias, com métodos subliminares, ineficientes e ofensivos à maioria. A regulamentação do uso da maconha atende somente aos apelos da hipocrisia e da indolência. O cidadão de bem não está interessado nesse debate, não obstante seja vitimado caos social provocado pela sua demanda. A liberação não reduzirá a violência nem o poder do narcotráfico, muito menos o consumo. A violência persistiria, porque existem outras drogas mais baratas e devastadoras. O poder do narcotráfico restaria intocável, mediante o fomento do mercado paralelo. E o adepto do baseado prosseguiria puxando o seu, sem ser importunado.
Antes das experiências alienígenas o Brasil precisa provar um daqueles planos de segurança sucessivamente engavetados pelos governantes, precisa da verticalização dos bons exemplos e da atenção aos seus filhos decentes e trabalhadores. A perdição da humanidade jaz nessa relatividade dos conceitos, responsável pela insegurança jurídica, pela descrença nas instituições, pelo desmantelamento dos lares, pelos desvarios da sociedade”.
Lucia Castralli
Delegada de Polícia Federal
Salvador, BA
“É ilusão acreditar que a descriminalização de drogas vai acabar com o tráfico. O tráfico é igual ao contrabandista, sempre oferecerá um preço mais baixo porque não paga impostos”.
Ronaldo Pianowski de Moraes
Curitiba, PR
A utopia de desfazer o nó
Veja – 06/06/2011 [trechos]
Otávio Cabral
O Brasil é o único país que faz fronteira com os três maiores produtores de coca do mundo: Peru, Colômbia e Bolívia. Dos três, apenas a Colômbia tem uma política agressiva de combate às drogas. A Bolívia é governada por um ex-cocalero, e o Peru será apontado na próxima semana pela ONU como o maior produtor mundial da droga. O plantio da coca, antes concentrado nos vales andinos, já chegou à Amazônia peruana, ao lado do Brasil. No total, as fronteiras brasileiras somam mais de 24000 quilômetros. Mesmo que o país contasse com o mais eficiente sistema de segurança do mundo, seria impossível barrar a entrada de drogas por tal vastidão – que dirá, então, com os míseros 27 postos da Polícia Federal instalados para vigiá-la. Sofremos, ainda, com corrupção generalizada e verticalizada, que atinge todos os escalões de todas as instituições. A alta taxa de informalidade da economia é outra grande amiga dos criminosos: permite ao tráfico fincar estacas em rodas as regiões do país, cooptando jovens sem instrução, de famílias pobres e desestruturadas. Da geografia às mazelas crônicas do país, portanto, tudo conspira para que no Brasil o tráfico floresça e produza sua horda de viciados. Que, nem adianta enganar-se, não ganhariam nenhum amparo real de um sistema de saúde tão falido que, em certas regiões, não consegue atender a queixas básicas.
Países que já solucionaram essas questões provavelmente teriam a ganhar em ao menos examinar argumentos como os expostos em Quebrando o Tabu antes de descartá-las. Mas, mesmo nesses, a descriminalização deixaria a descoberto uma questão essencial. Veja-se o caso da Holanda, onde a venda varejista de maconha e haxixe em coffee shops é aceita e regulada e a venda no atacado, por assim dizer, é crime. Como a droga segue abastecendo o comércio, é óbvio que há uma medida de conivência do estado com o tráfico. Que, sim, é um problema do qual os holandeses têm de se defender ferozmente. Por isso países como a Suécia reverteram suas políticas liberalizantes. No início da década de 60, os suecos estiveram entre os primeiros a aceitar o uso de entorpecentes. Mas o afrouxamento fez explodir o número de usuários e congestionou o sistema de saúde. Na década seguinte, então, o país endureceu a legislação e voltou a proibir ouso e a impor penas tanto a traficantes como a usuários. Hoje, a Suécia tem um terço da média europeia de usuários de drogas. Na Suíça, na década de 80, foram criados os “parques da seringa”, onde se podia consumir qualquer tipo de droga sem ser incomodado. A ex-presidente Ruth Dreifuss (1999) admite o fracasso: “Perdemos o controle dos parques: os criminosos os aproveitavam para trazer drogas para os viciados”. Por dez anos seguidos, nos Estados Unidos, a política da tolerância zero fez cair o consumo de maconha entre os estudantes. Há três anos, ele voltou a subir: segundo especialistas, efeito direto da liberação da maconha para fins medicinais na Califórnia e em outra dezena de estados – a qual favoreceu o surgimento de uma rede de “médicos-traficantes” que prescrevem a erva a qualquer um que pague entre 100 e 500 dólares por uma receita.
No Brasil, qualquer discussão que vise a mitigar o problema das drogas tem de reconhecer a tragédia pandêmica e assassina do crack. Essa forma de consumir cocaína, antes restrita às grandes cidades, hoje está espalhada pelo país. Mais destrutivo ainda, o óxi chegou aos centros urbanos a 2 reais a pedra. “Não há dúvida de que a maconha é uma porta de entrada. Ninguém começa direto no crack. Primeiro é o cigarro, depois uma cervejinha, um baseado…”, diz o psiquiatra André Malbergier, da Universidade de São Paulo. Segundo essa visão, qualquer tolerância ao uso da maconha provocaria, de imediato, um aumento do consumo, alargando a porta de entrada a que se refere o psiquiatra Malbergier.
[...]
O tráfico tem a maconha como seu produto mais vendido, embora menos lucrativo que a cocaína e o crack. Tráfico que sitia partes de cidades, arregimenta jovens para o crime, decreta toque de recolher, substitui o estado e abre portas para outros tipos de delito, como tráfico de armas, sequestro, homicídio e roubo de carros. Em suma, quem fuma maconha está ajudando a movimentar a roda do crime. Ela é também um problema de saúde pública. Pelo menos 6% dos usuários se tornam viciados. É menos que o álcool (15%) e a cocaína (40%), mas o índice não pode ser desprezado. No período de uso intenso, há alteração da memória e da capacidade de concentração. Se for muito utilizada na adolescência, pode antecipar transtornos psíquicos. “Em meu consultório, atendo garotos que perderam o controle. Como acham que a maconha não traz problemas, eles usam de manhã, de tarde e à noite. Saem do eixo, deixam a escola”, alerta Arthur Guerra.
Fonte: Site da Comunidade Shalom - Blog Carmadélio
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
POR QUE NÃO PODE SER FEITO NO BRASIL?
Tecnologia e consciência ambiental ajudam a diminuir riscos de
enchentes no Japão
O que falta para que nós brasileiros, principalmente moradores dos grandes centros urbanos, que tanto sofremos com as enchentes e inundações quando acontece qualquer chuva mais forte, também adotemos essas práticas de conservação e limpeza das nossas ruas?
Isso associado a um trabalho sério das prefeituras de nossas grandes cidades, como vimos no exemplo de Tóquio, no Japão, com certeza minimizaria os transtornos que sofremos com as chuvas que caem em nossas cidades, tais como Rio de Janeiro e São Paulo, que são as que mais sofrem com qualquer chuva mais forte.
Fica o exemplo para que possamos copiá-lo.
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A FOME NO MUNDO É RESULTADO DO EGOÍSMO E DA ESPECULAÇÃO, AFIRMA O PAPA BENTO XVI
VATICANO, 01 Jul. 11 / 01:39 pm
Em seu discurso aos participantes da 37ª conferência da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), o Papa Bento XVI fez um enérgico chamado a lutar contra a fome no mundo que é o resultado do egoísmo e da especulação.
Em seu discurso em francês na Sala Clementina do Palácio Apostólico, o Papa saudou o novo diretor geral desse organismo, o brasileiro José Graziano da Silva e agradeceu ao anterior, Jacques Diouf, o serviço que com "competência e dedicação" prestou à FAO durante seus anos à frente dela.
"A pobreza, o subdesenvolvimento e a fome –disse– são freqüentemente o resultado de atitudes egoístas que, partindo do coração do ser humano se manifestam em sua atividade social, nos intercâmbios econômicos, nas condições do mercado e se traduzem na negação do direito primário de toda pessoa a nutrir-se e, portanto, a não padecer fome".
"Como podemos ignorar o fato de que até os mantimentos se converteram em objeto de especulação, ou estão ligados à marcha de um mercado financeiro que, sem regras claras e carente de princípios morais, rege-se apenas pelo objetivo do benefício? A alimentação é uma condição que afeta o direito fundamental à vida".
"A situação internacional caracterizada pela instabilidade e o aumento de preços exige respostas concretas e necessariamente unitárias para conseguir resultados que os Estados sozinhos não podem garantir".
Isto significa fazer que a solidariedade seja um elemento essencial para todas as políticas e estratégias. "Nesta perspectiva –prosseguiu– as instituições da comunidade internacional devem atuar em linha com seu mandato de defender os valores da dignidade humana eliminando as atitudes de fechamento e não deixando espaço a instâncias particulares que se fazem passar por interesses gerais".
Bento XVI recordou que também a FAO "está chamada a relançar sua estrutura removendo os obstáculos que a afastam do objetivo indicado em sua Constituição de garantir a nutrição, a disponibilidade da produção de mantimentos, o desenvolvimento das zonas rurais com o fim de garantir à humanidade a liberdade da fome".
O Papa falou em seguida da situação “situação das milhões de crianças, que são as primeiras vítimas dessa tragédia, condenadas a uma morte precoce, a um retardo no seu desenvolvimento físico e psíquico ou forçadas a formas de exploração para receber um mínimo de alimento" e assinalou que "A atenção às jovens gerações pode ser uma forma de combater o abandono das áreas rurais e do trabalho agrícola, de modo a consentir que comunidades inteiras, cujas sobrevivências são ameaçadas pela fome, olhem com mais confiança para o futuro".
Deste modo lamentou que "não obstante os compromissos assumidos e as consequentes obrigações, a assistência e os auxílios concretos limitam-se frequentemente às emergências, esquecendo-se que uma coerente concepção de desenvolvimento deve ser capaz de planejar um futuro para cada pessoa, família e comunidade, favorecendo os objetivos de longo prazo".
Portanto, assinalou o Papa, deve-se apoiar aquelas iniciativas "devem ser apoiadas as iniciativas que se gostariam de tomar também em nível de Comunidade internacional para redescobrir o valor da sociedade familiar rural e apoiar o seu papel central para se alcançar uma estável segurança alimentar".
"A segurança alimentar é uma exigência autenticamente humana, disso estamos conscientes. Assegurá-la às gerações presentes e àquelas que virão também significa proteger de uma frenética exploração de recursos naturais, pois a corrida para o consumo e os resíduos parecem ignorar qualquer atenção para o patrimônio genético e diversidades biológicas, tão importante para as atividades agrícolas".
Finalmente o Papa indicou que "Neste momento em que os muitos problemas que afetam a atividade agrícola acompanham novas oportunidades para contribuir no alívio do drama da fome, vós podeis agir para que, através da garantia de uma alimentação adequada aos necessitados, cada pessoa possa crescer segundo a sua verdadeira dimensão de criatura feita à imagem de Deus".
Fonte: www.acidigital.com
quinta-feira, 30 de junho de 2011
HOSPITAL PEDRO II EM SANTA CRUZ-RIO REABRE EM MAIO !?
Ainda serão mais nove meses de espera até março de 2012, mês em que, segundo o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, deverá renascer das cinzas provocadas por um incêndio em outubro do ano passado, quando a unidade, então estadual, foi fechada.
— Estamos apertando a empreiteira para entregar no menor tempo possível, mas a previsão, inicialmente, é maio do ano que vem — explica Dohmann.
Segundo ele, o hospital voltará a funcionar com todos os serviços, e, devido às obras, até aumentará a oferta de alguns atendimentos, que já eram feitos anteriormente.
A obra está orçada em R$ 80,6 milhões e prevê intervenções nos dez andares do prédio.
Segundo a secretaria, a obra vai beneficiar 400 mil pessoas de Santa Cruz, Paciência, Sepetiba e de bairros do entorno. A unidade vai oferecer sete salas de centro cirúrgico, 70 leitos complementares (Unidade de Tratamento Intensivo / Unidade Intermediária) e Centro de Tratamento de Queimados com 17 leitos e duas salas de cirurgia, além de 198 leitos para internação, nove consultórios para urgência e emergência e cinco salas de parto normal.
No dia 15 de junho, o Ministério Público pediu a reforma imediata do hospital, mas a Secretaria Muncipal de Saúde e Defesa Civil alegou que as obras começaram em maio.
Fonte: Matéria reproduzida do site do Jornal O Globo de 25/06/2011
Estamos acompanhando!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
CNBB ACOMPANHA DISCUSSÃO DO CÓDIGO FLORESTAL
Conselho Permanente do organismo decide criar comissão
BRASÍLIA, segunda-feira, 20 de junho de 2011.
Um comissão da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) acompanhará a discussão do novo Código Florestal do Brasil no Senado.
A comissão será formada por bispos e especialistas, segundo anunciou na sexta-feira a Sala de Imprensa da CNBB, após a coletiva que marcou o encerramento da reunião do Conselho Permanente do organismo episcopal.
Os bispos da recém-eleita presidência da CNBB falaram aos jornalistas sobre o Código Florestal brasileiro, que está em trâmite no Senado, e a crescente violência contra pequenos agricultores e assentados no norte do país, além de outros temas.
O secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, manifestou a preocupação da Igreja com os impactos e as consequências do novo Código Florestal.
“Sem um cuidado real com a natureza, com as florestas e com as águas, nós não teremos futuro. E nós, da CNBB, estamos preocupados com essa relação”, disse.
Dom Leonardo destacou a criação de um Fórum, organizado por entidades da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Agência Brasileira de Imprensa (ABI) e a própria CNBB, entre outras entidades, para participar diretamente da reformulação do Código Florestal no Senado, levantando questionamento e debatendo alternativas.
“Todos sabem que há a intenção da sociedade civil em criar um Fórum para acompanhar a discussão no Senado. Esse Fórum está disposto a criar um abaixo-assinado para pressionar o governo a vetar pontos que especialistas em meio ambiente afirmam serem perigosos.”
Entre esses pontos – assinalou o prelado – estão a flexibilização da lei que altera o regramento das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e a anistia das multas e penalidades pelas ocupações e desmatamentos em áreas de agropecuária e de alta relevância ambiental.
“Como Igreja, incentivaremos os fiéis a aderirem a esse abaixo-assinado, pois o novo código florestal não pode faltar com o equilíbrio entre justiça social, economia e ecologia”, disse Dom Leonardo.
Sobre o abaixo-assinado, o presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno, explicou que “cada diocese, cada paróquia mobilizará seus fiéis, à sua maneira, para recolher as assinaturas”.
Sobre a violência na região amazônica, que nos últimos meses vitimou vários trabalhadores rurais, pequenos camponeses e lideranças de assentamentos, o presidente da CNBB disse que o governo brasileiro deve tomar todas as medidas cabíveis para evitar os confrontos que estão ocorrendo e proteger as pessoas que estão “marcadas para morrer”.
“O Governo deve intervir para que essas mortes, que ocorrem principalmente na região amazônica, cessem. Não é possível que ainda haja lista de ‘marcados para morrer’”, afirmou Dom Damasceno.
Ele lembrou que o Governo Federal já tomou algumas iniciativas, como o envio da Força de Segurança Nacional, “mas essas medidas devem ser tomadas preventivamente, antecipadas ao fato, e não após a tragédia acontecer”, disse, lembrando o recente assassinato de um casal de ambientalistas no Pará e de agricultores em Rondônia.
Dom Damasceno ressaltou que a nota divulgada pela CNBB, sobre a violência no norte, serve para chamar a atenção do Governo e é um alerta para evitar mais mortes na região.
“É uma situação dolorosa para as família, em primeiro lugar, e para a Igreja, defensora da vida, que não tem preço”, afirmou.
Fonte: www.zenit.com
sexta-feira, 17 de junho de 2011
MINISTÉRIO PÚBLICO COBRA REABERTURA DO HOSPITAL PEDRO II EM SANTA CRUZ - RIO
Reportagem do Jornal O Globo dessa quinta-feira, 17/06/201, informa que o Ministério Público Estadual, propôs no dia 16/06/2011, uma ação civil pública, movida contra o Município e o Estado, para garantir a abertura do referido hospital. Na referida ação, a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Capital, requer através de Liminar, o início das obras de recuperação do hospital, solicitando ainda a garantia de atendimento da população que era atendida pelo hospital, antes do seu fechamento, durante todo o período da obra. Solicita ainda que seja informada à população os locais onde deve procurar atendimento, até que o Pedro II seja reaberto.
Caso a Liminar seja aceita pela justiça, e as solicitações não sejam atendidas pelo Estado e/ou Município, poderá ser aplicada multa diária no valor de R$ 10.000,00.
Como já citamos anteriormente, o fechamento do Pedro II sem uma estrutura de atendimento à população que ficou sem seus serviços, sobrecarregou sobremaneira os outros hospitais mais próximos da região, tais como o Hospital Rocha Faria em Campo Grande e o Albert Schweitzer em Realengo, que já não tinham condições ideais de atendimento ao público, antes do fechamento do Pedro II.
Estão sobrecarregadas também as pequenas clínicas e hospitais menores particulares da região de Santa Cruz, Campos Grande e adjacências.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que as obras previstas no Hospital Pedro II, já começaram no mês passado e estão sendo executadas pela RioUrbe, empresa vinculada à Secretaria Municipal de Obras.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que as obras previstas no Hospital Pedro II, já começaram no mês passado e estão sendo executadas pela RioUrbe, empresa vinculada à Secretaria Municipal de Obras.
A Secretaria informou ainda, que vem ampliando a oferta de serviços de saúde para a região de Santa Cruz e bairros adjacentes. Informando, que após o fechamento do hospital, a Prefeitura abriu uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h em Senador Camará, distante 3km do Pedro II. A unidade realiza cerca de 500 atendimentos diariamente. Outras duas UPAS, em Paciência e Sepetiba, estão sendo construídas. A unidade de Sepetiba tem previsão de início de funcionamento já nos próximos meses. No próprio bairro de Santa Cruz, uma UPA municipal (João XXIII) também oferece serviço de pronto atendimento.
A Prefeitura disponibilizou, ainda uma ambulância de plantão na porta do Hospital Estadual Rocha Faria, para o deslocamento de grávidas, quando necessário. O programa Cegonha Carioca, lançado em abril, também coloca à disposição das grávidas de Santa Cruz, Paciência e Sepetiba ambulâncias para o transporte até maternidades municipais.
As Clínicas da Família abertas nos bairros de Santa Cruz, Paciência e Sepetiba desde o último ano oferecem cobertura de mais de 83% da população local, resolvendo cerca de 80% dos problemas de saúde que atendem. Além disso, o Programa de Atendimento Domiciliar do Idoso (PADI), atende a quase 400 pacientes na cidade em suas casas, diminuindo a demanda por leitos hospitalares.
A Prefeitura iniciou também a construção de um Hospital da Mulher na Zona Oeste, em Bangu, que beneficiará diretamente as moradoras da região."
Para aqueles que não conhecem o problema de perto, lendo a nota da Prefeitura, podem achar que a situação da saúde na Zona Oeste está uma beleza, o que não é verdade, pois a dificuldade de atendimento é muito grande, principalmente para emergências que não são atendidas no UPA e que têm que ser encaminhadas para o Rocha Faria (superlotado, recusando muitos pacientes) ou outros hospitais mais distantes de Santa Cruz.
Para aqueles que não conhecem o problema de perto, lendo a nota da Prefeitura, podem achar que a situação da saúde na Zona Oeste está uma beleza, o que não é verdade, pois a dificuldade de atendimento é muito grande, principalmente para emergências que não são atendidas no UPA e que têm que ser encaminhadas para o Rocha Faria (superlotado, recusando muitos pacientes) ou outros hospitais mais distantes de Santa Cruz.
Há de ressaltar que não são uma, duas, três ou quatro UPA's que substituem um hospital como era o Pedro II, que atendia a queimados, acidentados, gestantes, parturientes, etc. Chegando a fazer 10.000 atendimentos mensais e em torno de 500 partos por mês. Números esses muito maiores do que os 500 atendimentos diários de uma UPA, como informado pela Prefeitura. E o restante 9.500 atendimentos, onde estão sendo feitos?
Há que se intensificar as obras para reduzir ao máximo possível o prazo de entrega do hospital à população. É aí também que o Ministério Público tem que ficar de olho, pois nós já estamos.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
PROJETO PREVÊ AÇÃO DE COMBATE AO BULLYING
Brasília, 15 de junho de 2011.
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou ontem determinação para que escolas públicas e privadas adotem estratégias de prevenção e combate a práticas de intimidação e agressão entre alunos, o chamado bullying.
A orientação, que ainda será analisada pela Câmara dos Deputados, poderá integrar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Para o autor do projeto de lei, senador Gim Argello (PTB-DF), o bullying causa "enorme sofrimento às vítimas". Ele frisou que, quando a prática ocorre na escola, é ainda pior, "por afetar indivíduos de tenra idade, cuja personalidade e sociabilidade estão em desenvolvimento".
O relator, Aloysio Nunes (PSDB-SP), deu algumas sugestões, como a capacitação técnica e pedagógica dos profissionais das escolas e a interação entre educadores e pais de alunos.
Fonte: matéria reproduzida do Jornal "O Globo" de 15/06/2011 (O País)
segunda-feira, 13 de junho de 2011
SERÁ QUE DEUS É REALMENTE CULPADO...?
Pelo mundo afora temos visto aumentar cada vez mais a intolerância com os cristãos e principalmente, com os católicos. Isso deve ter um motivo muito sério, pois em alguns países alguns radicais e fanáticos chegam ao ponto de invadirem igrejas, matarem cristãos em praças públicas, pisarem na hóstia e outras atrocidades e insanidades...
Eu gostaria de analisar com os amigos leitores, os “erros” que Jesus cometeu e continua cometendo, para que tudo isso se justifique, e dessa forma questionarmos:
SERÁ QUE DEUS É REALMENTE CULPADO DE ALGUMA COISA... ?
E então concordamos com ele. Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. |
Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos...(há diferença entre disciplinar e bater).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: “Está bem!”
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
E nós dissemos:
“Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso.”
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
Agora estão querendo alterar o conceito de família, levando a sociedade a aceitar que uma família formada por pai, mãe e filhos, não deve ser o padrão normal de família e exemplo para a sociedade e para as crianças. E nós mais uma vez estamos concordando com tudo.
Vem outro especialista em educação e diz que as escolas devem divulgar para os alunos, sejam eles da idade que forem, kits exaltando a homossexualidade e mostrando cenas de sexo explícito, alegando que é para que nossos filhos cresçam com um pensamento anti-homofóbico. E mais uma vez, ficamos quietos, mansos e achamos tudo muito natural.
É triste quando vemos os governantes de nossas cidades, estados e do próprio país, proibirem a colocação de crucifixos ou qualquer imagem ou símbolo religioso nas Repartições Públicas, inclusive escolas e hospitais públicos, em nome de um retórica de que o Estado é leigo, e nós abaixamos a cabeça, ficamos quietos, concordamos e achamos que eles estão certo.
Esse mesmo crucifixo, nos faz lembrar o sofrimento de que Jesus passou por todos nós, e nós não queremos vê-lo em nossas salas e escritórios. Ele que nos ensina a amar a todos sem distinção de sexo, cor ou raça. Ele que nos diz que não devemos matar, roubar, nos corromper etc. E nós não queremos ter esse exemplo de bondade, de santidade e de amor em nossas paredes, nem em nossas vidas...
E depois disso tudo ainda temos a ousadia de culpar a Deus pelas desgraças que acontecem conosco, ao nosso redor e pelo mundo inteiro, questionando por que Ele permite que elas aconteçam.
Não queremos Deus em nossas vidas e cada vez mais estamos nos afastando Dele, mas, ao mesmo tempo o culpamos pelos nossos erros, inconseqüências e imoralidades. É... Acho que alguém está fazendo a coisa errada. E com certeza não é Deus!
E, depois disso tudo ainda, nós ficamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda maltratar mendigos nas ruas, matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
“Nós colhemos só aquilo que semeamos!!!”
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
“Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?”
A resposta dele:
“Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!”
É realmente triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o mal.
Alguns dizem inclusive que não querem seguir a Deus para não ficarem alienados, não serem conduzidos por ninguém, pois são auto-suficientes e têm opiniões próprias etc...
Mas, é triste ver como muitas dessas pessoas crêem em tudo que os Jornais, a TV e algumas outras pessoas e grupos sem preparo algum dizem, e elas simplesmente dizem “amém”. E ainda dizem que não querem ser conduzidas por ninguém... É... !!??
É triste ainda, ver como você também crê em tudo que esses mesmos jornais, que falamos a pouco, revistas, TV’s e grupos falam, mas duvida do que a Bíblia ou a sua religião, que você diz que segue, ensina.
É triste como alguém diz:
“Eu creio em Deus.” Mas ainda assim segue as coisas do mal. Por sinal, o demônio também ''Crê'' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados!
É triste ver como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho. Não é verdade?
É triste ainda ver como nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...
O que será que Deus faz ou fez de mal contra nós, que possa nos levar a rejeitá-lo, a não querer a sua imagem em nossas salas, escritórios, e até a ter ódio Dele e a pensar que Ele seja culpado por tudo de ruim que acontece no mundo?
Por acaso é por culpa de Deus que ainda existem pessoas que passam fome e sede no mundo? É Ele o culpado por não termos onde morar? É Ele que incentiva nossos filhos a fumarem, a beberem, a usarem drogas? É Ele que nos incentiva a roubarmos as coisas dos outros, a maltratarmos, a matarmos? É Ele que nos manda ter ódio das outras pessoas que não são iguais a nós?
É Ele que nos manda poluir e não respeitar e cuidar do meio ambiente?
Pare agora, pense.
Querido amigo, querida amiga: Que tipo de exemplo de vida você quer que seus filhos sigam?
Será que você ainda acha que Deus é culpado por tudo isso?
Queridos amigos, para finalizar esse nosso artigo, eu gostaria ainda de refletir com vocês sobre mais alguns aspectos. O Brasil é o maior país católico do mundo, em número de fiéis, com 150 milhões de católicos segundo dados da Santa Sé de 2007. Isso me deixa mais intrigado ainda, pois:
Como num país em que a grande maioria de seu povo é católica, deixa acontecer situações de constrangimento à fé católica por alguns governantes, legisladores e/ou grupos ateus?
Como num país de 190 milhões de habitantes, onde 150 milhões são católicos, são aprovadas Leis que atentam contra a vida, contra a dignidade e a moral?
Como num país de 190 milhões de habitantes, onde 150 milhões são católicos, deixa tirar os crucifixos das paredes de Instituições e escolas, e não se pode expor qualquer objeto ou símbolo que lembre a fé católica? Se isso acontece, como está acontecendo, no Paquistão, uma país mulçumano, onde eles têm medo do aumento do número de cristãos, dá até para aceitar, mas, aqui, no maior país católico do mundo... É de se estranhar!
Acho que devemos refletir e muito sobre tudo isso... E voltarmos a perguntar a nós mesmos:
SERÁ QUE DEUS É REALMENTE CULPADO DE ALGUMA COISA...?
Que Deus os abençoe!
Por: José Vicente Ucha Campos
sexta-feira, 10 de junho de 2011
ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO SOFRE PARA TER SAÚDE
Hospital Pedro II entra em reforma.
Depois de quase oito meses fechado, após um incêndio na casa de máquinas no andar térreo (em 14 de outubro de 2010), que levou as autoridades a fecharem completamente o referido hospital, ao invés de corrigirem o problema e mantê-lo aberto atendendo a população do Bairro de Santa Cruz e outros adjacentes, só agora o Hospital Pedro II, um dos mais importantes da Zona Oeste, junto com o Hospital Rocha Faria no Bairro de Campo Grande, começa a ser recuperado.
Depois de quase oito meses fechado, após um incêndio na casa de máquinas no andar térreo (em 14 de outubro de 2010), que levou as autoridades a fecharem completamente o referido hospital, ao invés de corrigirem o problema e mantê-lo aberto atendendo a população do Bairro de Santa Cruz e outros adjacentes, só agora o Hospital Pedro II, um dos mais importantes da Zona Oeste, junto com o Hospital Rocha Faria no Bairro de Campo Grande, começa a ser recuperado.
O fechamento dessa unidade de saúde, que antes fazia cerca de 13 mil atendimentos de emergência, deixou moradores da região desamparados e sem ter para onde correr, tendo em vista que o hospital mais próximo, o Rocha Faria em Campo Grande, está superlotado e sem condições de atender a mais ninguém, pelo próprio fechamento do Pedro II e pelo fechamento do Hospital da Croácia, em Sepetiba.
Assim, um atendimento que poderia ser feito no próprio bairro, agora só se consegue, peregrinando-se por bairros mais longínquos, sem no entanto, ter a certeza de ser atendido.
O fechamento do Hospital Pedro II, deixou sem atendimento de saúde emergencial, os Bairros de Santa Cruz, Sepetiba, Guaratiba, Pedra de Guaratiba, Paciência, Cosmos, Jesuítas e outros, inclusive de outros municípios como Itaguaí e Seropédica, num total aproximado de quase 200.000 pessoas (191.836, segundo o censo de 2000 do IBGE) só em Santa Cruz, com mais 85.000 em Paciência, 40.000 em Sepetiba (IBGE-Censo de 2006), 66.000 em Cosmos (IBGE-Censo de 2000), 10.000 em Pedra de Guaratiba (IBGE-Censo de 2000), dando um total de mais de 400.000 pessoas sem atendimento médico de emergência, sem contar a população de outros municípios fora do Rio de Janeiro.
Com o fechamento do Pedro II e do Hospital da Croácia e com a superlotação do Rocha Faria, as pequenas clínicas particulares de Santa Cruz e de outros bairros vizinhos têm ficado com suas emergências e atendimento ambulatorial superlotados, sem condições de prestarem um atendimento digno a quem está pagando por ele. Ou seja, a situação está um caos. Só não sendo enxergada pelos nossos governantes, que continuam insistindo que a saúde em nosso país “vai bem”. Pena que eles não precisam usar desses serviços quando ficam doentes.
Vale ressaltar que o referido hospital era Centro de Referência em Queimados, tinha Maternidade, 190 Leitos de internação, UTI, Pediatria e outros serviços de saúde.
Diz a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, à qual o Hospital agora é de responsabilidade, após ser recebido do Governo do Estado na “calada da noite”, que a reforma ficará pronta até o final de 2012 e que o mesmo contará com 41 leitos de emergência, sete salas de centro cirúrgico, 70 leitos de UTI, 198 leitos de internação, sete salas de parto e 17 leitos para tratamento de queimados, num custo total de 80 milhões de Reais.
Vamos ficar de olho!!!
DESENVOLVIMENTO A FERRO E FOGO
E agora? Como corrigir?
Vamos ficar de olho, acompanhando tudo o que acontece com a operação dessa indústria e as consequências da poluição gerada para a população do Bairro de Santa Cruz, na cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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