Olá amigos,
Incomodado já há algum tempo com diversas situações absurdas que nos cercam a respeito de diversos temas, como agreções ao meio ambiente, pobreza, descasos dos governantes e políticos com o povo, caos na saúde, na educação, além da tentativa de acabarem com as famílias e diversas outras insanidades, resolvi montar esse Blog como mais um meio para denunciarmos essas situações.
Muitas vezes nos sentimos impotentes e ficamos sem saber o que fazer em favor da preservação da natureza, em prol dos nossos irmãos e irmãs que sofrem nas filas dos hospitais, em favor de um ensino de qualidade para nossos filhos, pela preservação da família e da ética e moral na sociedade.
Assim, resolvi usar um meio que está disponível, a internet, e que é de grande alcance geográfico, político e humano.
Dessa forma coloco a disposição de todos os amigos e amigas que comungam dessa minha preocupação, para que também usem esse espaço para denunciarem suas insatisfações.
Que Deus nos abençoe nessa tentativa e que ela seja de alguma forma eficaz na melhoria da defesa da vida, envolvendo todos os seus aspectos, em nosso país e no mundo todo.
Um grande abraço,
José Vicente Ucha Campos
Contato: jvucampos@gmail.com
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
domingo, 5 de julho de 2015
OS ANJOS DE DEUS NA TERRA
Todos sabemos que os anjos são seres espirituais criados por Deus para serví-lo,
além de como mensageiros do Senhor, protegerem, guardarem, governarem e iluminarem a
todos nós seres humanos, como o fazem os nossos anjos da guarda.
Sabemos ainda que esses seres espirituais não nos são
visíveis e não conseguimos sentí-los, mas nos livram dos perigos, nos guiam em
situações difíceis e nos ajudam a nos manter no caminho do bem, embora respeitando sempre a nossa liberdade de
escolha e as nossas decisões.
Mas Deus na sua imensa misericórdia e amor com certeza colocou nesse mundo outros anjos protetores, anjos sem asas, que sendo visíveis e sensíveis a
tudo que sofremos, são de carne e osso e mortais como nós, mas dedicam suas vidas a
ajudar aos irmãos mais necessitados.
São verdadeiros anjos de Deus aqui na terra, que mesmo
correndo riscos imensos de pegarem doenças contagiosas e mortais, mesmo
correndo riscos de morrerem em conflitos armados em países que vivem em
situações altamente perigosas e mesmo não tendo as condições ideais para
realizarem seus trabalhos, trabalham com o que têm e doam-se inteiramente às
causas humanitárias nos lugares mais remotos e abandonados da terra.
Estou falando de milhares de médicos, religiosos,
missionários, e outras pessoas anônimas que se dedicam integralmente aos mais
necessitados, no mundo todo, sem, muitas vezes se importarem com suas próprias
vidas.
São pessoas que passam fome junto com os necessitados que
assistem, são alvejados por balas dos grupos radicais que, ao contrário desses
anjos, só querem saber de matar as pessoas; dormem no chão, choram junto com
seus irmãos necessitados, levam esperança onde só há desespero e muitas vezes perdem suas próprias vidas pela causa
que acreditam.
São verdadeiramente Anjos de Deus aqui na terra, que fazem
um trabalho anônimo, sem reconhecimento e sem assistência dos governos pelo mundo afora, e que, na maioria das vezes, bancam suas próprias despesas pessoais, além de muitas vezes bancarem os remédios, comida e materiais básicos para a sobrevivência de seus
assistidos.
Mas, quem são esses Anjos do qual estou falando e que
merecem todo o nosso reconhecimento, respeito, ajuda e compaixão?
São:
- O médicos e demais pessoas que trabalham na organização
mundial "MÉDICOS SEM FRONTEIRAS".
Essa organização que
atua de forma independente, neutra e imparcial e que leva
cuidados de saúde a pessoas em necessidade de ajuda médico-humanitária em
meio a conflitos armados, epidemias, desastres naturais, desnutrição e exclusão
do acesso a cuidados de saúde.
Os médicos do MSF atuaram na recente epidemia de ebola em alguns países
da África Ocidental, tais como: Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria, correndo
grande risco de contaminação e morte, o que aconteceu com vários deles e outros
membros das equipes médicas, como os enfermeiros, que trabalharam nessa
epidemia. Vale ressaltar que enquanto os governos mundiais colaboraram com
pífia ajuda para resolver o problema, esses médicos deram suas vidas para
salvar outras que normalmente são esquecidas e desprezadas pelos países
desenvolvidos.
- são médicos que através da ONG "DOUTORES DA ALEGRIA" há 23 anos promovem as relações humanas e qualificam a experiência de internação em hospitais por meio da visita
contínua de palhaços profissionais especialmente treinados em São Paulo e no
Recife.
Fundada por Wellington Nogueira em 1991, a ONG foi inspirada
no trabalho do Clown Care Unit, criada
por Michael Christensen,
diretor do Big Apple Circus de Nova York. Wellington integrou a trupe de
palhaços em 1988, satirizando as rotinas médicas e hospitalares mais
conhecidas. Ao retornar ao Brasil, decidiu implantar um programa semelhante. Vinte
e três anos depois, a ONG já realizou mais de um milhão de visitas a
crianças hospitalizadas, seus acompanhantes e profissionais de saúde. A base do
trabalho é o resgate do lado saudável da vida e todos os seus projetos se
utilizam da arte para potencializar as relações.
- São médicos, como o Dr. DAVID NOTT, grande cirurgião inglês, que por conta própria trabalha há mais de 20 anos em zonas de guerra e que atualmente vem realizando trabalho na Síria, numa zona de guerra violenta, realizando cirurgias em pessoas atingidas pela guerra que perderam membros e precisam urgentemente de cirurgias complicadas para sobreviverem. O Dr. David vai por conta própria para a zona de guerra e é colocado nessas zonas, por pessoas nativas, escondido e viajando à noite, passando por áreas inóspitas para conseguir não ser preso ou morto pelos radicais.
Conforme reportagem recente sobre esse anjo, mais de 600 médicos já morreram durante o conflito naquele país e muitos abandonaram o país. Dos mais de 2.000 médicos existentes na cidade de Alepo, antes do conflito, só restou um pouco menos de 40 médicos. Desse modo o Dr. David é fundamental não só para fazer as complicadas cirurgias, como para ensinar as técnicas cirúrgicas aos médicos novos que continuam trabalhando na cidade também por amor ao ser humano.
- São religiosos e religiosas, como MADRE TEREZA DE CALCUTÁ,
também conhecida como a Missionária do Século XX, que dedicou sua vida inteira
a causa dos pobres, famintos e doentes, realizando uma grande obra de caridade
que começou com ela e continua até hoje, 18 anos após sua morte, em diversos
países pelo mundo afora. Chegou a receber o prêmio Nobel da Paz em 1979.
Beatificada em 2003 pela Igreja Católica, através do Papa João Paulo II, está
em processo de canonização, para se tornar mais uma santa da Igreja Católica.
- São também religiosas, como a IRMÃ DULCE, que se tornou um
Anjo de Deus aqui na terra por
suas obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados, obras essas
que ela praticava desde muito cedo. Na juventude já lotava a casa de seus pais
acolhendo doentes. Ela também criou e ajudou a criar várias instituições
filantrópicas: uma das mais importantes e famosas é o Hospital Santo Antônio,
que foi construído no lugar do galinheiro do Convento Santo Antônio. Hoje atende
diariamente mais de cinco mil pessoas.
Irmã
Dulce foi uma das mais importantes, influentes e notórias ativistas
humanitárias do século XX. Suas grandes obras de caridade são referência
nacional, e ganharam repercussão pelo mundo, tanto que seu nome é sempre
relacionado à caridade e amor ao próximo.
Beatificada em 2011 pela Igreja Católica, através do Papa
Bento XVI, está também em processo de canonização, para se tornar mais uma
santa da Igreja Católica.
Esse artigo é uma forma que encontrei de homenagear a todos
esses verdadeiros Anjos de Deus aqui na terra.
Que Deus os abençoe, os proteja e fortifique cada vez mais
as vocações daqueles que ainda estão entre nós e receba na Sua Paz àqueles que já partiram para a morada celeste após terem "combatido o bom combate", como disse São Paulo.
Seria muito bom que eles servissem de exemplos para todos nós.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
26 DE JUNHO - DIA INTERNACIONAL DE COMBATE ÀS DROGAS
Cerca de 5% da população mundial
usa drogas ilícitas
O dia 26 de junho marca a data escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Dia Internacional de Combate às Drogas. O uso de drogas é um mal social em todo mundo. Segundo dados do Relatório Mundial sobre Drogas da ONU, cerca de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos, o que corresponde a uma média de 243 milhões de pessoas, usa drogas ilícitas.
O relatório aponta também a existência de uma média de 27 milhões de usuários de drogas problemáticos - aqueles que consomem drogas regularmente ou que apresentam distúrbios ou dependência. O número corresponde a 0,6% da população adulta mundial, ou seja, cerca de uma a cada 200 pessoas.
Para ajudar no combate do uso abusivo de álcool e outras drogas, o Ministério da Saúde investe em uma política de saúde específica para este assunto. O Coordenador Adjunto de Saúde Mental Álcool de outras Drogas do Ministério da Saúde, Fábio Trino, ressalta a importância de manter uma rede de atenção especializada e integrada para o atendimento. “O tratamento de um paciente que faz uso abusivo de drogas é bastante complexo, pois geralmente eles apresentam demandas que vão muito além da saúde. Na maioria das vezes eles estão em um contexto de vulnerabilidade social, necessidades que estão muito além do que apenas as drogas. É preciso colocar as drogas entre parênteses e colocar o indivíduo da centralidade do atendimento”, ressalta.
Quem necessita de tratamento devido ao abuso de álcool e outras drogas pode contar com a ajuda nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD 24 horas). O atendimento conta com equipes multiprofissionais compostas por médico psiquiatra, clínico geral, psicólogos, dentre outros.
O CAPS AD, por exemplo, é um serviço específico para o cuidado, atenção integral e continuada às pessoas com necessidades em decorrência do uso de álcool, crack e outras drogas. Os centros oferecem diversos atendimentos à população, com acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.
Os CAPS também atendem aos usuários em seus momentos de crise, podendo oferecer acolhimento noturno por um período curto de dias. Além de apoiar os usuários, as famílias também recebem atendimento na busca de independência e responsabilidade para com o tratamento. São apoios que, muitas vezes, ultrapassam a própria estrutura física, em busca da rede de suporte social, que possam garantir o sucesso do tratamento, pensando na pessoa, sua história, sua cultura e sua vida cotidiana.
Consultório na Rua - Pessoas em situação de rua recebem uma atenção por meio dos consultórios de rua. Os consultórios são equipes de saúde móveis que prestam atenção integral à saúde da população em situação de rua, considerando suas diferentes necessidades de saúde, e trabalham junto aos usuários de álcool, crack e outras drogas com a estratégia de redução de danos. Essas equipes possuem profissionais de várias formações que atuam de forma itinerante nas ruas desenvolvendo ações compartilhadas e integradas às Unidades Básicas de Saúde, CAPS, Serviços de Urgência e Emergência e outros pontos de atenção.
Fonte: Blog da Saúde
Comentário do Blog Zelando pela Vida:
Seria uma beleza se as Unidades e os Centros de Saúde que, segundo informações do Ministério da Saúde, deveriam atender aos usuários de drogas, realmente funcionassem assim, pois na prática a coisa não acontece dessa forma, sendo uma grande dificuldade conseguir-se qualquer atendimento aos que precisam.
Vamos continuar cobrando para que realmente se possa utilizar essas Unidades e Centros conforme o coordenador adjunto de saúde mental, álcool e outras drogas do Ministério da Saúde, Fábio Trino, informa.
Vale aqui parabenizar a todas as pessoas que trabalham voluntariamente em Clínicas e Casas de Recuperação de Dependentes Químicos, principalmente mantidas pelas Igrejas, que dedicam suas vidas a ajudarem os irmãos dependentes químicos que encontram-se abandonados pelas ruas de nossas cidades pelo país a fora.
terça-feira, 23 de junho de 2015
AJUDA A SALVAR AS FLORESTAS BRASILEIRAS
GREENPEACE
O Ibama acabou de encontrar uma enorme área desmatada no estado do Mato Grosso, do tamanho de 2.600 campos de futebol!
O órgão aplicou multa no valor de 13,4 milhões por esta destruição e aprendeu sete tratores utilizados para o desmate da floresta.
E enquanto o Brasil continua perdendo suas florestas, nós, o povo, ficamos sem os benefícios que ela nos proporciona: Sem floresta não tem água, nem produção de alimentos. Não tem biodiversidade, não tem ar puro, não tem VIDA!
Chegou a hora de a sociedade dar um basta a tanta destruição. Faça parte do movimento pelo #DesmatamentoZero, assine por uma lei que colocará fim ao desmatamento no Brasil.
Click no link a seguir e assine o Abaixo-Assinado em favor da preservação
das nossas florestas:
ECOLOGIA INTEGRAL - PETIÇÃO QUER LEVAR A VOZ DO PAPA FRANCISCO À ONU
Organizações de diversos âmbitos da sociedade, confessionais e não confessionais, lançam uma petição em apoio ao apelo do Papa Francisco por uma ecologia integral, thecallofpopefrancis.org.
A petição é dirigida aos Chefes de Estado e de Governo dos países participantes da XXI Conferência Internacional sobre a Mudança do Clima, que acontecerá em Paris, de 30 de novembro a 15 de dezembro de 2015.
O apelo do Papa foi feito em sua encíclica “Laudato si”, sobre o “cuidado da casa comum”, documento no qual ele apresenta o clima como “um bem comum, de todos e para todos”.
A petição, que concluirá em 30 de novembro, prevê recolher os compromissos de apoio ao Papa formulados a partir de diversos países, no âmbito da preparação da Conferência da ONU.
A petição por uma “ecologia integral” pede compromissos concretos por uma redução decisiva da poluição, como um ato de responsabilidade com as futuras gerações.
O lançamento da petição constitui também um convite às organizações interessadas em apoiar esta iniciativa.
CLICK AQUI E ASSINE A PETIÇÃO AGORA!
segunda-feira, 15 de junho de 2015
PASTORAL DA PESSOA IDOSA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA AOS IDOSOS
Hoje (15) é o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006.
A Pastoral da Pessoa Idosa através do seu trabalho preocupa-se com o combate a violência contra os idosos.
O objetivo da PPI é formar redes de solidariedade humana, fortalecendo o tecido social, contribuindo assim para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas na família, buscando a compreensão das dimensões do envelhecimento, gerando uma cultura que cuida do ser humano em sua plenitude.
As denúncias no Disque 100 mostram que a maior parte das agressões contra as pessoas idosas, que vão desde o abuso financeiro, a negligência e até maus tratos físicos e psicológicos, é cometida por seus próprios familiares. Para garantir o envelhecimento de forma saudável, tranquila e com dignidade, os líderes da PPI recebem durante a capacitação do Guia do Líder, informações sobre a forma de identificar possíveis casos de violência e também como abordar o assunto, tanto com a pessoa idosa agredida, como com a família que provoca a violência, “devemos lembrar que se conseguirmos ajudar a reestabelecer as relações familiares, todos sairão ganhando. Para tanto, o líder deve buscar ajuda de um profissional especializado em conflitos familiares”, esclarece o Guia do Líder.
Durante a visita domiciliar, realizada mensalmente, o líder fica atento aos principais sinais de violência, tais como: falta de higiene das roupas, existência de lesões cutâneas, presença de hematomas, cortes em região de cabeça, pescoço e tronco e lesões nos punhos e calcanhares. Ao identificar casos de violência contra a pessoa idosa, o líder da Pastoral da Pessoa Idosa pode compartilhar o caso com um profissional da Assistência Social, pois estes profissionais podem realizar a avaliação e o acompanhamento do caso relatado.
Dados
Atualmente existem 810 milhões de pessoas com mais de 60 anos, sendo que 65% das pessoas idosas vivem em países em desenvolvimento. Em 2050 esse número pode atingir 80%, com a possibilidade de alcançar dois bilhões de pessoas, ou cerca de 22% da população mundial. Só no Brasil, existem quase 20 milhões de pessoas idosas. Isso representa 11% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), do Censo 2010.
Com o aumento da população acima de 60 anos, aumentaram também os problemas, e um deles é a violência contra a pessoa idosa. Uma pesquisa realizada no Disque 100 (órgão responsável por acolher, analisar e encaminhar denúncias de violações de direitos humanos à rede de proteção) mostra um crescimento muito alto de denuncias de violência contra pessoas idosas.
No ano de 2013, em todo o Brasil, foram recebida cerca de 40 mil ligações do tipo, dois anos antes eram 8 mil. No Paraná esse dado não é diferente, o número de ligações quase dobrou nos últimos três anos, foram 1.768 chamadas denunciando violações contra idosos no Paraná, contra 342 em 2011.
Fonte: A12
DOADOR DE SANGUE DE 78 ANOS SALVA 2 MILHÕES DE BEBÊS
Um australiano de 78 anos ajudou
a salvar a vida de mais de 2 milhões de bebês. Como? Doando sangue.
James
Harrison tem um tipo raro de sangue e já foi agulhado mil vezes nos últimos 60
anos. Na Austrália, ficou conhecido como “O Homem com o Braço de Ouro”.
Ele
decidiu ser doador de sangue aos 14 anos, quando passou por uma cirurgia para a
remoção do pulmão. Ao sair do centro operatório, o pai contou que ele havia
recebido 13 litros de sangue, o que o motivou a retribuir.
Assim que passou a frequentar os
hemocentros para ajudar outras pessoas, os médicos o chamaram para participar
de testes e pesquisas. Ele tinha a solução para o problema que atacava milhares
de bebês todos os anos.
Se o
sangue Rh negativo da mãe entra em contato com o Rh negativo do feto, o corpo
dela desenvolve anticorpos. Eles podem atacar o bebê e provocar anemia,
icterícia e insuficiência cardíaca ou hepática, além de dano cerebral e morte.
O plasma de James tem um anticorpo que previne essa reação – e tem sido usado
na elaboração de uma vacina.
Considerado
um herói nacional, James faz uma confissão: nessas mais de mil doações, nunca
viu a agulha entrar em seu braço. “Fico olhando para o teto ou para as
enfermeiras.”
American Red Cross Blood Service
O aposentado já ajudou a salvar mais de 2 milhões de bebês
Fonte: Catraca Livre
sábado, 13 de junho de 2015
PRESENÇA CATÓLICA NAS PENITENCIÁRIAS
No Estado do Rio de Janeiro, a Pastoral Carcerária atua em 29 presídios: 25 dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, mais o Instituto penal Oscar Stevenson, em Benfica, o Presídio Evaristo de Moraes, na Quinta da Boa Vista, o Instituto Penal Cândido Mendes, no Centro, e o Presídio Ary Franco, em Água Santa.
A assistência religiosa nos presídios é realizada ao longo do ano de forma permanente por agentes e sacerdotes. Duas vezes, ao ano, o arcebispo e os bispos auxiliares celebram a Páscoa e o Natal, inclusive com a administração de sacramentos. Também há uma programação especial de visitas, no mês de janeiro, durante a Trezena de São Sebastião.
O trabalho junto aos presidiários também é desenvolvido por outras denominações religiosas. São 119 instituições credenciadas, aponta o site da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap).
Para o padre Walnei de Moura Antunes, coordenador da Pastoral Carcerária, o convívio entre tantas religiões diferentes é às vezes difícil, mas afirmou que “por parte da Igreja Católica há uma abertura total para aquelas que querem construir uma relação harmoniosa”.
Segundo o padre João Carlos Silveira, agente pastoral, essa relação é motivo de entusiasmo: se alegra com a participação de detentos que seguem outras religiões nos encontros religiosos que organiza.
“A resposta dos presos aos encontros é fantástica. No Natal do ano passado eu recebi a visita de uma presa, em regime semiaberto, que é espírita. Ela gosta muito de se sentar comigo e ler a Bíblia”, comentou o sacerdote.
Carisma da esperança
Pelo menos três vezes ao mês, padre João deixa, sozinho ou acompanhado por outros agentes da Pastoral Carcerária, a Paróquia São José Operário, em Bonsucesso, onde é pároco, para se encontrar com os presos. Desde 2013, reveza as visitas entre o Instituto Penal Oscar Stevenson, presídio feminino, e algumas unidades do Complexo Penitenciário de Gericinó.
Para o sacerdote, a realização da missa na prisão não é suficiente: prefere ler e refletir a liturgia do dia ao lado dos detentos. Segundo ele, o trabalho catequético é melhor aceito por eles e mais eficiente na evangelização, além de incluir um caráter ecumênico, que facilita a participação de presos de outras religiões.
Com uma experiência de dois anos, padre João se sente confortável em dizer que encara essa missão não como uma obrigação, mas como um carisma que escolheu e assumiu.
“Às vezes eu saio das penitenciárias com o sentimento de impotência: são muitos presos. Mas ainda que eu tenha essa impressão de não conseguir levar a Palavra de Deus a todos, eu me alegro pela oportunidade de pode estar ali evangelizando. O capítulo 25, versículo 36, do Evangelho de Mateus: ‘Estive na prisão e foste-me ver’, me conforta e revela que estive com o próprio Messias”, concluiu padre João.
Trabalho permanente
Como organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral Carcerária atua em todos estados brasileiros, procurando evangelizar nos presídios em favor da dignidade humana e por um mundo sem cárceres.
Trabalho nada fácil, já que o Brasil, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), possui a terceira maior população carcerária do mundo. Soma-se a isso outro levantamento feito este ano pelo Sistema Integrado de Informação Penitenciária (InfoPen), que evidencia que 54,8% dessa população é formada por jovens.
“Antigamente, nós convivíamos com presos de maior idade. De um tempo para cá, a população carcerária ficou muito jovem. Isso é muito preocupante. Passamos a atender famílias com filhos de 18 anos presos, a maioria por tráfico de drogas”, comentou Jandira Moreira da Silva, que atua na pastoral há 35 anos, função de assistente social da Arquidiocese do Rio.
O trabalho da pastoral na arquidiocese, iniciado em 1972 pelo padre Bruno Trombeta, é muito amplo, explicou Jandira. Além da assistência espiritual, a pastoral ampara as famílias dos detentos, em suas necessidades. Quando se tornam egressos, continuam sendo assistidos, principalmente em projetos desenvolvidos pelo Banco da Providência.
Faz parte da dinâmica da Pastoral Carcerária do Rio, em sintonia com todas as demais espalhadas pelo Brasil, o apoio ao fim das revistas vexatórias nas penitenciárias, que continuam acontecendo, mesmo após a recomendação do Conselho Nacional de Política Criminal Penitenciária. “As famílias ainda sofrem com esse constrangimento, principalmente os idosos e as crianças”, confessou Jandira.
As retiradas das carteiras de visitante é outra dificuldade que as famílias dos presos passam, apontou a assistente social. Nesses casos, a pastoral também auxilia e orienta as pessoas.
Fonte: ArqRio
segunda-feira, 8 de junho de 2015
BONO VOX: "ESCUTEM O PAPA FRANCISCO E ACABAREMOS COM A CORRUPÇÃO E A FOME"
© Marcin Mazur / Federico Eduardo Ratier
Bono Vox, o famoso
vocalista da banda irlandesa U2, lançou um “apelo por um mundo sem fome”. O
artista, em uma vídeo-mensagem transmitida na Expo de Milão durante a
apresentação do livro “Terra e cibo” (Terra e comida), a cargo do cardeal Peter
Turkson, residente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, disse aos poderosos da
terra: “Escutem o Papa Francisco, acabem com a
corrupção”.
No vídeo exclusivo, projetado no último 28 de maio, Bono sublinhou que só será
possível acabar com a fome no mundo “se estivermos juntos, unidos como um só
mundo, uma só família humana, esquerda e direta, ricos e pobres, juntos todos
os povos, todas as religiões; assim, poderemos trabalhar este objetivo: uma
família humana, com comida para todos”.
O cantor irlandês também confessou que “a solidariedade do Papa Francisco me
inspira”, e se mostrou disposto a trabalhar com ele para “enfrentar a pobreza,
a indiferença e a fome”. Além disso, recordou o compromisso do “jubileu
convocado pela Sua Santidade”.
Paul David Hewson, conhecido com o nome artístico de Bono, afirmou: “O Papa
Francisco, sua solidariedade com os mais vulneráveis inspirou a mim e a muitos
outros, muito além das palavras, muito além da música, e queremos trabalhar com
Sua Santidade neste campo. Estou pronto para arregaçar as mangas, estou pronto
para caminhar, estou pronto para enfrentar as estruturas de pobreza e de
indiferença que fecham os mais pobres na miséria, na injustiça, na fome”.
Fonte: Aleteia
sábado, 30 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
PESQUISA APONTA - DERROTAR A FOME NÃO É UTOPIA
Milão (RV) – “Derrotar a fome no mundo é um objetivo alcançável. Devemos cumpri-lo e podemos fazê-lo”: disse o Cardeal hondurenho Oscar Rodriguez Maradiaga, Presidente em fins de mandato da Caritas Internacional, apresentando uma pesquisa sobre a segurança alimentar aos 174 membros das Caritas nacionais reunidos na Expo de Milão para o Caritas Day.
Dom Maradiaga entregou o estudo a seu sucessor, o recém-eleito Cardeal Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila, que se disse “contente que na Expo a nossa fé esteja representada pela motivação de servir a humanidade”.
Segundo a pesquisa, embora ainda existam no mundo 805 milhões de pessoas sem alimento suficiente, nos últimos anos este número caiu em 40 milhões, o que confirma uma tendência que dura já há 20 anos. Isso demonstra que combater a fome no mundo não é utopia e o melhor modo para obter o resultado é ajudar os pequenos agricultores a se adaptarem às mudanças climáticas, uma das principais causas da desnutrição.
A pesquisa envolveu 99 Caritas nacionais no mundo, que representam 83% da população global.
As primeiras três causas da insegurança alimentar são a carência de recursos dos pequenos agricultores, a baixa produtividade agrícola e o impacto das mudanças climáticas. O estudo aponta que a medida mais importante para reduzir a fome, a desnutrição e a insegurança alimentar é melhorar a agricultura, ajudando diretamente os pequenos produtores.
Fonte: Rádio Vaticano
MENINO DE APENAS 5 ANOS DEU COMIDA A UM INDIGENTE E COMOVEU MILHARES DE PESSOAS PELAS REDES SOCIAIS
ATLANTA, 21 Mai.15 - Josiah Duncan tem apenas 5 anos de idade, mora no Alabama (Estados Unidos) e dias atrás teve um gesto solidário com um indigente que comoveu milhares de pessoas nas redes sociais. Não foi suficiente dar-lhe de comer em um restaurante, ele ainda convidou todos os presentes a rezar e agradecer a Deus por todas suas bênçãos.
O menino estava em um restaurante com sua mãe quando, de repente viu um homem que parecia estar faminto. Sua mãe lhe explicou que era um indigente, algo que Josiah não entendeu. "Bom, significa que não tem casa", explicou-lhe sua mãe Ava Faulk.
Segundo informou o canal americano CNN, o episódio ocorreu em um restaurante da rede Waffle House em Prattville, Alabama. Josiah estava muito preocupado pelo homem faminto e deste modo pediu à sua mãe que lhe comprasse algo para jantar.
"O homem entrou e se sentou; ninguém o atendeu em realidade", contou Faulk. "Josiah chegou perto dele e perguntou se necessitava um cardápio, porque não pode pedir comida sem um cardápio".
Embora no princípio o homem pedisse um hambúrguer barato, fizeram questão de deixá-lo à vontade para pedir o que quisesse. "Posso pedir toucinho?", perguntou. Ava Faulk respondeu: "Pode pedir o que você quiser".
Nesse momento, Josiah emocionou o restaurante inteiro: "Quero abençoar estes alimentos com ele", expressou.
O garoto cantou esta oração: "Deus, Nosso pai; Deus, Nosso pai, te agradecemos, te agradecemos, nossas muitas bênçãos, nossas muitas bênçãos, amém, amém". "O homem chorou. Eu chorei. Todos choraram", contou emocionada a mãe de Josiah.
O homem foi embora pouco depois e Faulk declarou: “É um momento que sempre recordarei: Ver que meu filho comoveu as 11 pessoas que estavam no Waffle House naquela noite, será sempre uma das maiores conquistas que poderei testemunhar como mãe", concluiu.
Fonte: Acidigital
quinta-feira, 21 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
terça-feira, 19 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
A IMPORTÂNCIA DA DOAÇÃO DE SANGUE
Cidade do Vaticano - A Pastoral da Saúde promoveu, no mês passado, a campanha nacional de doação de sangue intitulada “Abril solidário” que teve como tema “Solidariedade tá na veia!” a fim de capacitar e orientar o povo brasileiro na busca de doadores e incentivar o ato de doar sangue.
A doação de sangue é ainda hoje um problema de interesse mundial, pois não há uma substância que possa, em sua totalidade, substituir o tecido sanguíneo.
Muitas pessoas deixam de doar por falta de tempo, outras por falta de interesse, outras por não terem o real entendimento da importância que é esse ato de caridade e solidariedade.
É quase que uma obrigação moral nossa doar algo que recebemos gratuitamente de Deus, que não faz falta para nós se retirarmos uma pequena parte e, que pode ajudar a salvar uma vida, ou seja, estaremos ajudando a salvar uma vida sem que para isso tenhamos qualquer dificuldade ou grande sacrifício.
Silvonei José conversou com o Bispo de Piracicaba (SP), Dom Fernando Mason, sobre a importância da doação de sangue. (MJ/CNBB)
A doação de sangue é ainda hoje um problema de interesse mundial, pois não há uma substância que possa, em sua totalidade, substituir o tecido sanguíneo.
Muitas pessoas deixam de doar por falta de tempo, outras por falta de interesse, outras por não terem o real entendimento da importância que é esse ato de caridade e solidariedade.
É quase que uma obrigação moral nossa doar algo que recebemos gratuitamente de Deus, que não faz falta para nós se retirarmos uma pequena parte e, que pode ajudar a salvar uma vida, ou seja, estaremos ajudando a salvar uma vida sem que para isso tenhamos qualquer dificuldade ou grande sacrifício.
Silvonei José conversou com o Bispo de Piracicaba (SP), Dom Fernando Mason, sobre a importância da doação de sangue. (MJ/CNBB)
Fonte: Rádio Vaticano
sexta-feira, 1 de maio de 2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
"ISSO NÃO É UM BEBÊ. É UM ABORTO!" - A TRAGÉDIA DE BEBÊS NASCIDOS VIVOS DURANTE A PRÁTICA DO ABORTO
"As laterais da sacola pulsavam, como se alguém estivesse respirando dentro dela. Então, o saco parou de se mover."
Quando uma representante da Planned Parenthood testemunhou contra um projeto de lei da Flórida que defendia bebês nascidos vivos durante abortos malsucedidos, ativistas pró-aborto reclamaram que este cenário não era real. Situações como essas, no entanto, têm acontecido desde que o aborto se tornou legal nos Estados Unidos. Um número considerável de funcionários de clínica de aborto, médicos e ex-aborteiros tem quebrado o silêncio e falado sobre essas crianças a quem foi negada assistência médica depois do parto.
No livro The Ambivalence of Abortion ["A Ambivalência do Aborto"], a autora pró-aborto Linda Bird Francke recolheu o depoimento de várias pessoas envolvidas na indústria do aborto. Ela cita uma enfermeira, que conta a seguinte história:
" Tivemos um salino (tipo de aborto) que nasceu vivo. Eu corri para a enfermaria e pus aquilo em uma encubadora. Chamei o pediatra para ajudar, mas ele se negou.'Isso não é um bebê. É um aborto!', ele disse." [1]
Embora o destino da criança não tenha sido revelado, é praticamente impossível que ela tenha sobrevivido sem assistência médica às lesões fatais de um aborto salino.
Em um procedimento desse gênero, uma solução salina cáustica é injetada no útero materno, envenenando o líquido amniótico e matando o bebê no curso de algumas horas. A mulher entra em trabalho de parto para dar à luz um bebê morto. Esse método foi abandonado na década de 1990 pelo grande número de abortos malsucedidos e porque era perigoso para a mulher. Foi substituído pela D&E ("dilatação e evacuação"), um procedimento brutal pelo qual o bebê é dilacerado com um fórceps e extraído pedaço por pedaço. Uma técnica similar à do envenenamento salino, que ainda é realizada hoje, consiste na injeção de digoxina diretamente no coração do feto. A substância "amolece" o cadáver, tornando mais fácil o ato de rasgá-lo e retirá-lo do útero. Abortos por digoxina são geralmente feitos nos últimos dois trimestres e, às vezes, também produzem nascidos vivos.
Em In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital ["Na Necessidade e no Sofrimento: Vida e Morte em um Hospital de Aborto"], Magda Denes, outra autora pró-aborto, relata o testemunho de Teresa Etienne, identificada como funcionária de uma clínica:
"A única vez em que pensei sobre aborto em termos de religião foi quando vi alguns fetos e um tinha nascido vivo. Eu realmente vi um deles, até senti a batida do coração. Eu o toquei. Parecia um bebê, mas era muito pequeno. Era realmente lindo. Muito calmo. Na verdade, estava começando a morrer. As batidas do coração estavam diminuindo. Ele estava indo para o Hospital Bellevue e um rapaz dizia: 'Eu não sei porque temos que levar isso pra lá, já que vai morrer de qualquer jeito. Por que passar por todo esse aborrecimento?" [2]
Um caso no qual um bebê nascido vivo foi morto por ação direta do aborteiro veio à luz quando funcionários de uma clínica revelaram o que aconteceu. Nas palavras do autor pró-vida Mark Crutcher:
"De acordo com cinco empregados de uma clínica de aborto, o aborteiro texano John Roe 109 (pseudônimo) estava realizando um aborto quando uma menina do tamanho de um pé (cerca de 30 cm) e com cabelo castanho claro nasceu. Eles confirmaram que o bebê se enrolava na mão de Roe e tentava respirar, enquanto ele segurava a placenta sobre o seu rosto.
Então, ele a jogou em um balde de água e vários empregados confirmaram que bolhas subiram até a superfície. Eles prosseguiram dizendo que Roe, então, 'soltou o feto dentro de um saco plástico... que foi amarrado e colocado no fundo da sala de operações. As laterais da sacola pulsavam, como se alguém estivesse respirando dentro dela. Então, o saco parou de se mover.' Uma testemunha diz que estava segurando o saco no qual Roe colocou a criança e, depois, pôs a sacola no freezer onde os fetos abortados eram armazenados." [3]
Aborteiros descrevem as suas experiências
No artigo Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet ["Pró-Escolha 1990: Esqueletos no Armário", literalmente], o ex-aborteiro Dr. David Brewer descreve a sua primeira participação em um procedimento de aborto tardio. A operação foi feita por histerotomia, um tipo de aborto no qual o bebê é tirado da barriga da mulher, de modo similar a uma secção cesariana.
"Eu me lembro de ver o bebê se movendo, debaixo das membranas da bolsa, assim que a incisão cesariana foi feita, antes que o médico a rompesse. Veio-me à mente:'Meu Deus, aquilo é uma pessoa'. Então, ele rompeu a bolsa. E quando o fez, é como se viesse uma dor ao meu coração, assim como quando eu vi o primeiro aborto por sucção. Então, ele tirou o bebê, e eu não podia tocá-lo... Não podia mais ser um assistente. Apenas fiquei ali e a realidade do que estava acontecendo finalmente começou a entrar em meu cérebro e coração endurecidos.
Eles levaram aquele bebezinho que fazia pequenos sons e se movia e chutava, e o colocaram naquela mesa, em uma fria tigela de aço inoxidável. Enquanto fechávamos a incisão no útero e finalizávamos a cesariana, a todo momento eu conferia e via aquele pequeno ser se movendo naquela tigela. E ele, é claro, chutava e se movia cada vez menos com o passar do tempo. Lembro-me de ficar pensando e olhando para o bebê quando terminamos a cirurgia e ele ainda estar vivo. Era possível ver o seu peito se movendo, o seu coração batendo e o bebê tentando dar um pequeno suspiro. Aquilo realmente me atingiu e começou a me ensinar sobre o que o aborto realmente era." [4]

Brewer ainda realizaria mais abortos antes de eventualmente sair da indústria e se tornar um interlocutor pró-vida. Mais tarde, na sua carreira profissional, o mesmo David Brewer presenciou o drama de outro bebê nascido vivo depois de um aborto salino:
"Uma noite, uma mulher deu à luz e eu fui chamado a comparecer e examiná-la porque estava fora de controle. Entrei na sala e ela estava caindo aos pedaços, em um colapso nervoso, gritando e se debatendo. As enfermeiras estavam incomodadas porque não conseguiam trabalhar e do mesmo modo todos os outros pacientes, porque essa mulher estava gritando. Quando entrei, vi o seu pequeno bebê vítima de um aborto salino. Ele tinha nascido e ficou chutando e se movendo por um curto espaço de tempo, até finalmente morrer com aquelas terríveis queimaduras – porque a solução salina entra nos pulmões e os queima também."
O doutor Paul Jarrett, outro ex-aborteiro, conta a seguinte história:
"Como a solução salina hipertônica era muito tóxica se, ao invés do saco amniótico, fosse injetada na parede do útero, havia uma constante procura pela droga perfeita. A prostaglandina tornou-se agora a droga da vez, mas um dos primeiros experimentos era com ureia hipertônica. A maior desvantagem do seu uso era o problema dos nascidos vivos. Lembro-me de usar a solução em uma paciente que os residentes da psiquiatria nos trouxeram de sua clínica (...). Nunca esquecerei quando tirei o seu bebê de cerca de 900 gramas e ouvi os seus gritos: 'Meu bebê está vivo, meu bebê está vivo!'. Ele sobreviveu por vários dias."
Outros médicos testemunham o horror
Um médico que cuida de bebês prematuros descreve experiências que teve enquanto ainda fazia residência. Ele ajudou um médico a realizar um aborto terapêutico por histerotomia – técnica na qual o útero gravídico é removido como forma de tornar a pessoa estéril e, ao mesmo tempo, realizar um aborto.
"Eu já havia ajudado em duas outras histerotomias, uma por câncer no endométrio e outra por causa de um tumor benigno. Tinha sido ensinado durante os dois primeiros casos a 'sempre abrir o útero e examinar o seu conteúdo' antes de mandar a amostra para a patologia. Então, depois que o professor retirou o útero, eu – ansioso por mostrar-lhe que já tinha aprendido o procedimento padrão – perguntei-lhe se queria que eu o abrisse, ao que ele respondeu: 'Não, porque o feto pode estar vivo e então estaríamos diante de um dilema ético.'" [5]
Pouco tempo depois, o mesmo médico presenciou com os seus próprios olhos um bebê nascido vivo depois de um aborto:
"Algumas semanas depois, agora no departamento de obstetrícia, eu recuperei uma bolsa de fluído intravenoso que o médico residente havia pedido. O material era para ministrar prostaglandina, uma droga que induz o útero a contrair e expelir o que tem. O paciente fez o mínimo contato visual conosco. Algumas horas depois, eu vi o feto abortado ofegante e movendo as suas pernas em uma arrastadeira, que depois foi coberta com um pano." [5]
Então, ele descreve um aborto por nascimento parcial realizado sem sucesso em um bebê com hidrocefalia. Primeiro, ele conta o modo como o aborto seria realizado:
"O residente descreveu como ia tirar o corpo do bebê e, então, quando a cabeça estivesse presa, inserir o trocarte – um longo instrumento de metal com uma ponta afiada – através da base do crânio. Durante a fase final desse procedimento, ele indicou que moveria o tubo de sucção várias vezes de um lado ao outro do tronco cerebral, para garantir que o bebê nasceria morto. Vários dos pediatras residentes, incrédulos, disseram: 'Você está brincando' ou 'Você está inventando isso'..." [5]
Depois, descreve o resultado da operação:
"Depois, naquela tarde, o obstetra residente realizou o procedimento, mas, infelizmente, a criança nasceu com o coração batendo e alguns suspiros fracos e ofegantes. Então, o bebê foi trazido à UTI neonatal: era uma criança um pouco prematura, que pesava em torno de 2 quilos. Sua cabeça, em si, estava dilacerada. A cama estava suja de sangue e drenagem. Fiz o meu exame (nenhuma outra anomalia detectada), então anunciei a morte do bebê cerca de uma hora depois." [5]

O Dr. Ron Paul, que já foi candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, contou a seguinte história em uma propaganda de campanha:
"Aconteceu, uma vez, de eu entrar em uma sala de operações onde estavam realizando um aborto em uma gravidez avançada. Eles retiraram um pequeno bebê que era capaz de chorar e respirar, colocaram-no em um balde, puseram-no no canto da sala e fingiram que ele não estava lá. Desci pelo pátio de entrada e um bebê tinha nascido prematuro – um pouco maior que o bebê que tinham colocado no balde – e eles queriam salvar esse bebê. Ali, eram em torno de 10 médicos fazendo todo o possível para salvar a vida daquela criança.
Quem somos nós para decidir, para escolher e descartar uns e lutar para salvar a vida de outros? A menos que solucionemos isso e entendamos que a vida é preciosa e que devemos protegê-la, não seremos capazes de proteger a liberdade."
Esses incidentes são apenas a ponta do iceberg. Não se sabe exatamente, ao longo de todos esses anos, quantas crianças nasceram vivas e morreram silenciosamente – ou foram deixadas para morrer – sem que ninguém revelasse o que aconteceu a elas.
Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe CNP
Referências:
- Linda Bird Francke. The Ambivalence of Abortion. New York: Laurel, 1982. p. 53.
- Magda Denes. In Necessity and Sorrow: Life and Death in an Abortion Hospital. New York: Basic Books, 1976. p. 39.
- In Mark Crutcher. Lime 5: Exploited by Choice. Denton, Texas: Life Dynamics Incorporated, 1996.
- David Kuperlain; Mark Masters. Pro-Choice 1990: Skeletons in the Closet. New Dimensions, October 1990.
- Hanes Swingle. A Doctor's Grisly Experience With Abortion. The Washington Times, July 23, 2003. p. A-18.
Via: Christo Nihil Praeponere
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